sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
Crime no Campus A.C.Simões.
Quando a Segurança do campus realmente irá funcionar?
Todos os dias nós somos forçados a nos identificar para podermos entrar enquanto os ladrões, estupradores e assaltantes possuem livre acesso ao Campus.
Um Funcionário de uma empresa que presta serviço na UFAL, realiza um saque de R$ 3.000 e sai do Banco do Brasil sendo seguido por dois marginais; assaltantes que desvalorizam a vida humana, pois, os mesmos não se importaram em balear o homem de já idade avançada na perna.
Dois tiros são deflagrados um no vazio e outro próximo ao joelho direito, acredita-se até o presente momento que tenha pego alguma veia ao considerar pela quantidade de sangue presente no local.O mesmo eesperou cerca de 42min pelo socorro da SAMU sorte que sua perna foi amarrada por um seguraça da SERVIPA.caso contrario teria morrido pela perda de Sangue.
sexta-feira, 23 de julho de 2010
Sexta-feira cansativa...
Fiz meu cartão do SUS, enquanto mãe passava pela junta médica para poder se operar no dia 28.
Perdi a reunião do grupo no hemocentro do HU.
Ainda tive o desprazer de descobrir que Ricardo, meu ex tinha uma filha e nunca me contou, ou seja, me fez de idiota.
Que raiva isso me deu, ele poderia ter sido honesto comigo mas creio que desconheça o sentido da palavra.
segunda-feira, 21 de junho de 2010
Ufal e Sistema Fecomércio lançam campanha em solidariedade às vítimas das chuvas.
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
- MEU DESABAFO!!!
O Padre Hidalberto Henrique Guimarães foi encontrado morto na noite de ontem por amigos da vítima em sua casa, localizada na Rua Jurema, no bairro de Santa Lúcia.
Por não conseguir contato com o padre durante todo o dia, amigos resolveram ir até o local e, então, encontraram a residência revirada o sacerdote morto na cozinha com vários golpes de arma branca.
Os primeiros levantamentos apontam que houve luta corporal. No local do crime, a perícia encontrou produtos alimentícios ainda embalados. Uma nota fiscal aponta que o padre tinha feito compras em um grande supermercado da capital no dia 6, sexta-feira. As compras ainda estavam embaladas, o que leva a polícia à hipótese de que o padre foi morto após chegar em casa.
Outro fato que chama a atenção é que não havia sinais de arrombamento no local, o que pode indicar que o padre conhecia o assassino – ou assassinos.
O crime chocou a comunidade do bairro e levou ao toda a cúpula de segurança pública, além do governador Teotônio Vilela Filho e outros políticos, para o local do crime.
Hidalberto Henrique Guimarães havia sido ordenado padre em 1992. Atualmente era responsável pela paróquia da cidade de Murici. Além de ser professor do curso de Teologia e formado em jornalismo.
Fonte: alagoas24hs dia 11/10/2009.
“É muito triste que nos dias de hoje a Igreja cale-se diante de brutal agressão. O que me parece é que o clero tem medo do que as pessoas falam, mas é muito pior calar, esta atitude dá a certeza aos que comentam."
Conheci o Pr. Guimarães, ele celebrou minha primeira comunhão, o que posso alegar de sua pessoa é que sua vida pastoral sempre foi muito polêmica, assumiu a comunidade de São José no Trapiche, de onde saiu por insatisfação por seus atos clérigos, alegaram que ele era alcoólatra mas discordo como ser humano ele bebia mas nunca o vi bêbado e participava das atividades da igreja nesta época.
Foi trabalhar
Recentemente recordo de ter encontrado com o sacerdote de quem tanto tenho orgulho em ter conhecido, ele falou-me de sua satisfação em trabalhar com jovens de rua e ex-víciados.
O que me deixa triste é que a Igreja tem seus sacerdotes trabalhando em situações precárias, não os instruem em separar seus trabalhos de sua vida particular, permite que suas vidas sejam postas em risco e quando ocorrem casos como este onde seus Mártires, homens de fé e que lutam pelo bem humano, homens que se expõem e morrem por uma causa são humilhados têem sua imagem destruída após sua morte e ninguém os defende.
"-É triste saber que é melhor cruzar os braços diante dos males do mundo, que lutar por uma causa, afinal se algo te acontecer falarão o pior de ti e não terás ninguém que te defenda!"
“Padre Guimarães, você estará sempre em meu coração como aquilo que tu eras, um servo fiel a Deus”.
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
Problemas no Paraíso (UFAL).
De acordo com o chefe da assessoria militar do Ministério Público, coronel Ivon Berto, a operação de hoje se deu após investigação dos promotores do Grupo Estadual de Combate às Organizações Criminosas (Gecoc), que investigavam a atuação da quadrilha, que também agia nos estados de Pernambuco e Bahia, em Alagoas.
Segundo Berto, o bando seria especializado em tráfico de entorpecentes e estaria "se capitalizando" com assaltos a bancos para comprar mais drogas, que seria distribuída em vários estados do Nordeste.
Berto afirmou que o bando - que possui mais de 15 integrantes – estava sendo monitorado quando foi descoberto que eles agiriam nesta sexta. Três elementos chegaram ao Hospital Universitário, vestidos com jalecos e entraram na agência do Banco Santander existente no local, onde renderam o segurança e o gerente da agência, obrigando-o e entregar cerca de R$ 200 mil.
No local, ninguém quis informar se a direção do hospital ou a equipe de segurança contratada estava a par da operação.
A ação criminosa foi acompanhada por dez homens da Assessoria Militar da Procuradoria Geral do Estado, que abordaram os acusados na saída do hospital. Ainda segundo o coronel Ivon Berto, os três assaltantes receberam voz de prisão e reagiram deflagrando vários tiros com pistolas 380. Durante a troca de tiros, um dos assaltantes – ainda não identificado – foi morto, Luciano Olegário dos Santos foi ferido e João Paulo dos Santos foi preso. Ivon Berto informou que solicitou reforço policial para escolta do bandido ferido, temendo uma ação de resgate.
Em conversa com o promotor Alfredo Gaspar de Mendonça, que estava no local, o acusado João Paulo dos Santos disse que mais dois veículos – Space Fox e um motocicleta, que não foram localizados - davam apoio ao bando. O coordenador da operação disse que mais três integrantes do bando foram identificados e devem ser capturados até o final do dia.
No local do atentado, os policiais aguardam a chegada dos peritos do Instituto de Criminalística (IC) para identificar o elemento morto. Foram encontradas duas pistolas utilizadas pelo bando, além de celulares e o dinheiro roubado da agência.
O trânsito é lento durante um longo trecho da BR 104.
Fonte (http://www.alagoas24horas.com.br)
quinta-feira, 25 de junho de 2009
1ª Conferência Nacional de Segurança Pública.
"Me senti muito feliz em partilhar deste evento."A Segurança Pública Nacional vive um período de verdadeiro caos ,a sociedade sempre foi mantida a margem das políticas de saúde e segurança,o que ocasionou em uma verdadeira segregação entre o Estado dominante a população coagida por isso a marginalidade tornou-se crescente.
Como disse a digníssima Reitora Profª Ana Dayse Rezende Dorea , "Não adianta tentarmos mudar o índice de violência no país sem olhar para as bases", um professor não pode dar aulas sem que sua segurança seja garantida, crianças temem as escolas por causa da violência de seus colegas e o Estado se desespera.Onde a sociedade vai parar sem que nós nos concientizemos de que devemos tomar uma atitude favorável as mudanças, esta conferência vem mudar isso.
Sociedade tone-se participativa e consciente de seu valor, lute por suas mudanças e necessidades.
terça-feira, 9 de junho de 2009
Lost Girls

Alan Moore é conhecido pelo seu formalismo e exploração do quadrinho como forma de expressão. Em Lost Girls, Alan Moore continua a explorar a mídia, dessa vez determinado a tornar a pornografia como uma forma digna de arte. Não como algo erótico, mas sim realmente pornográfico, no sentido literal. Tratando a pornografia como arte, o autor consegue criar um embate ideológico entre sexo e guerra, e também questiona a ficção enquanto campo de possibilidades e liberdade de expressão.
Lost Girls, publicado aqui no Brasil pela editora Devir em três álbuns de luxo, apresenta a história de Dorothy, Wendy e Alice, três mulheres formadas que, quando jovens, protagonizaram respectivamente O Mágico de Oz, Peter Pan e As Aventuras de Alice no País das Maravilhas. Essas três personagens se encontram em um hotel austríaco às vésperas da Primeira Guerra Mundial e passam a trocar confidências sobre suas adolescências, reinterpretando as consagradas histórias infantis como metáforas para o despertar sexual das garotas.
As personagens engajam-se em sexo desenfreado e sem conseqüências, em todas as configurações possíveis entre homens e mulheres, e resvala pela polêmica, mostrando bestialismo, pedofilia e incesto, seja nas lembranças das personagens, seja no próprio hotel onde estão hospedadas. O isolamento e a ignorância consciente da ebulição bélica na Europa geram paralelos com obras literárias como Os Contos da Cantuária, de Geoffrey Chaucer, O Decamerão, de Giovanni Boccaccio e Fim dos Mundos, de Neil Gaiman, nos quais um grupo de pessoas reunem-se em um lugar isolado e engajam-se em uma contação de histórias diversas, alheios aos acontecimentos externos da sociedade a que pertencem. Além dessas referências literárias, há explícitas citações à pintores e escritores vitorianos, como Egon Schiele, Oscar Wilde e uma bem humorada e inesperada citação à J.K. Rowlings e sua criação máxima, Harry Potter.
Os traços e cores dos desenhos de Melinda Gebbie, quando não emulam grandes pintores, evocam as pinturas naïf em sua puerilidade e simplicidade, combinando muito bem com o caráter lúdico dos contos de fada, que são meticulosamente desconstruídos e reinterpretados por Moore.
Em sua verve formalista, temos Moore explorando a mídia sempre de maneira criativa, seja um capítulo todo mostrado pela perspectiva do espelho de Alice, seja no jogo de sombras no qual um casal recatado revela nas sombras projetadas na parede o desejo sexual existente dentro de cada um deles.

Ele também encerra cada livro da coleção com alusões mais diretas aos acontecimentos que levaram ao início da Primeira Guerra, e estabelece uma estrutura aos capítulos que levam o leitor a extenuação, através do exagero da pornografia e da irritante ignorância das personagens à guerra.
Após a leitura do primeiro e segundo livro de Lost Girls, o leitor é levado ao seu limite nos termos de pornografia, e no ápice do sexo controverso, no início do terceiro livro, Alan Moore envolve incesto, pedofilia e então lança a questão central e que estava sendo debatida nas entrelinhas: quais são os limites da ficção e da arte? Qual a diferença entre gratuidade e o choque consciente? Há limites para a imaginação do artista, e qual é a tênue linha entre homenagem e plágio?
Alan Moore arrebata as emoções do leitor, usando a pornografia não apenas para fazer arte, mas também para fazer seu questionamento último da arte e deixa clara sua posição: na ficção, tudo pode, e encerra sua obra com a exposição da oposição entre sexo e guerra.
Após uma maratona sexual, a guerra toma lugar na obra e, em meio ao campo de batalha, há um pênis decepado e um soldado estripado, com o corte assemelhando-se a uma vagina. O embate entre as pulsões de vida e morte que Moore expõe fica claro. A exaltação do sexo e das forças criativas celebram a vida, e a destruição e a ignorância puras vêm com a guerra. Escolhendo lados desse embate, Moore iguala a pornografia à todas as outras pulsões criativas.

Lost Girls não é simplesmente uma obra em quadrinhos pornográfica, é um manifesto da ideologia de Alan Moore que guia o leitor por caminhos pouco usuais e lhe dá um tratamento de choque a fim de expor suas idéias, questionar o leitor e enriquecê-lo com referências e bons debates de novas idéias. Após a leitura dessa obra, só se pode afirmar que Alan Moore atingiu seu propósito inicial, e foi além.
"Melinda Gebbie, a esposa de Moore, que conheceu o inglês ao longo do trabalho de Lost Girls, um projeto iniciado em 1989, e acerta em um tema que de longe chama a atenção, o sexo. O conceito de personagens de várias histórias co-existindo num mesmo universo também já foi explorado por Alan Moore em A Liga Extraordinária."
Roger Mestriner é graduando em Imagem e Som pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar).
quarta-feira, 27 de maio de 2009
Denúncia .

UFAL nadando literalmente na merda depois que a rede de tratamento de dejectos humanos do presidio rompeu derrubando as paredes que existem entre as duas instituições (Universidade e Presidio), invadindo o Campus e misturando-se a água da chuva, assim sendo alagando os blocos: CTEC Centro de Tecnologia, COS Comunicação Social, almoxerifado e o CDI Centro de Desenvolvimento Infantil onde filhos de funcionários e alunos passam o dia,deixando inviável as aulas noturnas no Campus;também os blocos ICHICA afogava-se só com as águas da chuva, a SINFRA foi isolada pois existia um rio que separava a mesma do resto do Campus.
Nossa Universidade serviu como escoadouro das águas da chuva vindas da pista federal BR101, não comportando tanta agua teve os prédios do restaurante universitário e de salas de aulas invadidos pelas águas; Alunos foram feitos de reféns pela chuva, veículos ficaram presos nos 60 cm de agua que alagava o local onde estavam estacionados enfim o caos .





