Perfume do dia : Egeo.
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sexta-feira, 23 de julho de 2010
Terça divertida
Cinema com meu sobrinho ( encontro explosivo) e compras logo a seguir.
Perfume do dia : Egeo.
Perfume do dia : Egeo.
quarta-feira, 26 de maio de 2010
Trabalho de Psicologia Social: O Senhor das Moscas.
Universidade Federal de Alagoas -UFAL
Instituto de Ciências Sociais - ICS
Márcia Regina Barbosa da Silva.
Lord of the Flies (O Senhor das Moscas, em inglês) é um livro de alegoria escrito porWilliam Golding, vencedor do Prêmio Nobel em 1983.
O filme, retrata o modo como o comportamento humano pode ser alterado através dos acontecimentos ao seu redor, saindo de uma sociedade civilizada e entrando no estágio de barbárie.
Um grupo de meninos que viajavam de avião cai em uma ilha no meio do Oceano Pacífico. As crianças se empolgam com a ausência dos adultos e passam a criarem leis próprias para se divertirem. Um dos grupos era composto por Ralph o gordinho loiro, seu amigo Piggy, gordinho, asmático e de óculos, os gêmeos Sam, Eric e Simon, e outros garotos. Ralph sai com Piggy para explorar a ilha e acham uma grande concha que quando soprada atai os outros meninos para o lugar. Os garotos elegem Ralph como seu líder, Jack organiza um grupo para procurar comida encontram um porquinho que nunca conseguem pegar, então formam outro grupo de maior de meninos para a caçada, um dos meninos do grupo acha que tem um monstro na floresta, o medo do monstro serve como arma de controle, Jack acha que devem fazer uma fogueira para sinalizar para qualquer navio que passe pela ilha e serem resgatados com isso, mas logo se cansam de manter o fogo aceso. Empolgado com o poder Jack fica obcecado com a idéia de caçar e matar. O grupo de meninos-caçadores pinta seus rostos como máscaras, e protegidos por ela fazem sua primeira vítima um dos meninos que estava representando o porco; um dos meninos acha que o monstro poderia ser o algum dos meninos e os outros riem dele, e saem para tentar caçar outro porco. Depois de conseguir pegar o porco espetam a cabeça dele em uma vara como uma oferenda a um deus primitivo para protegerem se do monstro da floresta. Jack faz uma festa para comer o porco. Ralph, Piggy e os gêmeos ficam sós enquanto o resto do seu grupo vai para a festa comer o porco e em meio a uma tempestade Simon entra na floresta quase em transe e fala com a cabeça do porco a quem chama Senhor das Moscas, Ralph disputa a chefia com Jack ,Jack convida Ralph para participar da dança, e Piggy e ele se juntam ao grupo. Na noite seguinte Jack e os caçadores atacam Piggy e Ralph. Eles roubam os óculos de Piggy, uma grande pedra cai encima de Piggy, a concha é destruída e Piggy cai dos penhascos. Ralph foge e os meninos continuam a caçá-lo botando fogo no mato para pega-lo. O fogo se alastra pela ilha. Ralph consegue chegar na praia onde sé salvo com a chegada de helicópteros, ele se sente salvo, mas lamenta ter perdido sua inocência.
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quinta-feira, 20 de maio de 2010
Kama Sutra: A Tale of Love

O filme Kama Sutra – uma história de amor (em Portugal, no Brasil o título é apenas Kama Sutra), é uma bela história de amor contada de maneira suave e dura ao mesmo tempo, que se passa no século XVI. Tudo começa mostrando a rivalidade de uma princesa (Tara) com sua amiga de infância (Maya). As duas meninas crescem juntas, mas Tara nutre uma certa inveja pela amiga de infância, humilhando-a em diversas ocasiões. Quando Tara (Sarita Chaudhary) está prestes a casar a humilhação chega ao máximo.
Como vingança Maya (Indira Varma) seduz o noivo da amiga, o Rajá Singh (Naveen Andrews), em plena noite do casamento, indo para a cama com o noivo antes da noiva. Ela é expulsa da corte, vagando sem rumo, até encontrar em seu caminho um escultor, Jai Kumar (Ramon Tikaram), que a abriga. Começam uma relação amorosa intensa e sufocante – para ele. Ao terminarem Maya segue para a casa de uma ex-cortesã do pai de Rajá Singh, Rasa Devi (Rekha).
Rasa ensina a Maya toda a arte do amor (Kama Sutra). Depois das aulas de Rasa Devi torna-se cortesã do mesmo Rajá que seduzira na noite de casamento. Mais uma vez, as duas amigas de infância entram em atrito, pois Tara não tolera o fato de seu marido ter como cortesã justamente Maya.
Em certa altura, Rajá Singh chama o escultor do reino para esculpir uma estátua de Maya. O escultor é nada mais nada menos do que o antigo amante de Maya que não sabia dela desde que saíra de sua vida. Voltam novamente a ter uma relação amorosa. O final fique sabendo ao ver o filme. É um filme erótico, esteticamente sensual e harmonioso. Não há vulgaridade nas cenas mais intensas do filme.
Este filme já tem uma certa idade, é de 1996. Foi dirigido por Mira Nair, a mesma diretora de Um Casamento à Indiana (Monsoon Wedding). Naveen Andrews, o mesmo que faz o personagem Sayid na série Lost, tem uma participação pequena mas fundamental no filme como o Rajá dividido pelas amigas. O grande destaque fica mesmo para Indira Varma, atriz britânica de ascendência indiana que também participou da série histórica Roma, produzida pela BBC, HBO e RAI. O ator Ramon Tikaram, par romântico de Maya, já participou de várias séries produzidas pela BBC e alguns filmes. A cara exótica do ator cingapurês, deve-se a uma árvore genealógica rica em diversidade, tendo ascendência indo-fijiana e malaia. Tem uma irmã cantora, Tanita Tikaram. Sarita Chaudhary é uma atriz indiana famosa em Bollywood, também participou de Mississippi Masala, outro filme da diretora Mira Nair. A atriz indiana Rekha, que interpreta a ex-cortesã “professora” Rasa Devi, é uma atriz consagrada em Bollywood com mais de 180 filmes no currículo.
Nunca ouviu falar em Bollywood? Aqui você pode descobrir do que se trata. Há um blog interessante que mostra os lançamentos de Bollywood e do restante cinema indiano: Filmes Indianos.
Voltando ao Kama Sutra, ele não é um produto bollywoodiano de fato, é um filme indiano. Os filmes de Bollywood são em hindi e este é em inglês. Se quer saber mais sobre o filme veja em Down Tudo Grátis. Assista a um vídeo com cenas do filme, mas só se o conteúdo for conveniente para você.
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terça-feira, 27 de abril de 2010
Amanhã é dia de ver Alice
Amigo são aquelas pessoas malucas que mesmo de longe oram,olham e sorriem por nós, pra nós e conosco...
Amanhã (Guilherme Arantes)
Amanhã (Guilherme Arantes)
Amanhã será um lindo dia, da mais louca alegria Que se possa imaginar, amanhã redobrada a força Pra cima que não cessa, há de vingar Amanhã mais nenhum mistério, acima do ilusório O astro rei vai brilhar, amanhã a luminosidade Alheia a qualquer vontade, há de imperar, há de imperar Amanhã está toda a esperança por menor que pareça O que existe é pra festejar, amanhã apesar de hoje Ser a estrada que surge, pra de trilhar Amanhã mesmo que uns não queiram será de outros que esperam Ver o dia raiar, amanhã ódios aplacados temores abrandados Será pleno, será pleno...
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segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
Meus Filmes chegaram: Lanternas vermelhas.
Quase quatro décadas antes de sua conturbada Revolução Cultural, que subverteria a estrutura política e a ideologia de toda uma nação, a China ainda preservava algumas tradições milenares. Uma delas dava total liberdade a qualquer homem abastado de possuir o número de esposas que ele bem desejasse. “Possuir” é o termo correto, já que as mulheres eram compradas de suas famílias por meio de dotes. A partir daí, a situação dessas mulheres seria a de propriedade do marido.
Na década de 20, às véspera de estourar uma duradoura guerra civil, o comunismo ainda não estava de todo infiltrado no país, sofrendo violentas ofensivas por parte dos nacionalistas de Chiang-Kai-Shek. É nesse fervescente período que se situa o enredo de Lanternas Vermelhas, terceiro longa do brilhante cineasta Zhang Yimou. O filme, no entanto, em vez de expor o alarido da população chinesa, prefere concentrar toda a sua tensão entre os muros da propriedade de um poderoso homem e a rivalidade de suas quatro esposas.
Gong Li interpreta Songlian, uma jovem universitária de 19 anos que acaba de perder o pai. Impelida pelas dificuldades financeiras da família a interromper seus estudos, Songlian aceita a proposta de casamento de um homem rico a quem jamais conhecera. Chegando no imenso e labiríntico conglomerado de casas do marido (a quem todos chamam de “mestre”), ela conhece suas três “irmãs”, Yuru, Zhuoyun e Meishan. Yuru é mãe do primogênito do mestre, mas hoje é ignorada devido a sua idade. A sorridente Zhuoyun, na faixa dos 40, lamenta-se por ter dado uma filha, e não um menino, a seu mestre, mas sonha em reverter a situação e ficar grávida enquanto ainda houver tempo. Por sua vez, a caprichosa Meishan, ex-cantora de ópera, é mãe de um garoto.
A tradição é assim: o mestre seleciona uma de suas esposas para passar a noite. A eleita recebe um tratamento especial, com direito a massagem nos pés e a escolha do cardápio para as refeições do dia seguinte, e a fachada de sua casa é iluminada com enormes lanternas vermelhas. São raros instantes de prazer dos quais ela pode gozar antes de mais uma vez disputar a atenção do mestre com as “irmãs”. A chegada de Songlian gera ciúmes e descontentamento (inclusive na criada Yan’er, que sempre ansiara por tomar seu lugar), uma vez que ela rapidamente passa a se tornar a favorita do mestre.
Dividido em quatro partes — as estações do ano —, Lanternas Vermelhas apresenta as quatro mulheres, de quatro gerações diferentes, não tanto como esposas, mas sim como concubinas, destinadas a servir o marido num ciclo perpétuo de obediência e humilhação. As estações talvez simbolizem cada uma das quatro personagens: a primeira esposa, fria e pouco solicitada, seria o inverno. A segunda esposa, no outono da vida, luta silenciosamente contra o perecimento de sua fertilidade. A terceira esposa, bela como a primavera, é um poço de exuberância e classe. Songlian, representando o verão, é quente, incipiente, fresca.
Os enquadramentos de Zhang Yimou, na maioria, são frios, distantes e simplistas. E por vezes, espetaculares. A fotografia de Fei Zhao desenha um impecável contraste entre o brilho rubro que emana da casa eleita pelo mestre para passar a noite e a escuridão em que as outras três concubinas fazem seus planos de sedução. Lanternas Vermelhas expõe os sentimentos de vingança, traição e descontentamento em que as mulheres eram diariamente submetidas, o que é percebido com clareza em determinadas cenas como a do corte de cabelo.
É notável a idéia do diretor em jamais mostrar o rosto do mestre ao longo do filme. Sempre o vemos de costas, ou de longe, ou por trás dos véus que circundam a cama de suas esposas, reforçando a idéia de que ele poderia ser qualquer um, qualquer pessoa daquela época. A ênfase está exatamente nas atrizes, apontando a condição feminina daquele país. As mulheres não tinham voz ativa em qualquer contexto, eram reduzidas unicamente a objetos sexuais, e poderiam sofrer graves conseqüências caso “saíssem da linha”. O fato de Songlian ter estudado em uma universidade, ainda que tivesse de abandonar os estudos após a morte do pai, faz um contraponto à situação que depois viria a se submeter. Ela poderia ter sido uma pioneira, uma vitoriosa numa sociedade controlada por homens, mas o destino não lhe fora muito benévolo. Lanternas Vermelhas, portanto, trata-se de uma denúncia não apenas ao horror da poligamia consentida, mas à luta pela sobrevivência das mulheres em meio ao machismo oriental.
Na década de 20, às véspera de estourar uma duradoura guerra civil, o comunismo ainda não estava de todo infiltrado no país, sofrendo violentas ofensivas por parte dos nacionalistas de Chiang-Kai-Shek. É nesse fervescente período que se situa o enredo de Lanternas Vermelhas, terceiro longa do brilhante cineasta Zhang Yimou. O filme, no entanto, em vez de expor o alarido da população chinesa, prefere concentrar toda a sua tensão entre os muros da propriedade de um poderoso homem e a rivalidade de suas quatro esposas.
Gong Li interpreta Songlian, uma jovem universitária de 19 anos que acaba de perder o pai. Impelida pelas dificuldades financeiras da família a interromper seus estudos, Songlian aceita a proposta de casamento de um homem rico a quem jamais conhecera. Chegando no imenso e labiríntico conglomerado de casas do marido (a quem todos chamam de “mestre”), ela conhece suas três “irmãs”, Yuru, Zhuoyun e Meishan. Yuru é mãe do primogênito do mestre, mas hoje é ignorada devido a sua idade. A sorridente Zhuoyun, na faixa dos 40, lamenta-se por ter dado uma filha, e não um menino, a seu mestre, mas sonha em reverter a situação e ficar grávida enquanto ainda houver tempo. Por sua vez, a caprichosa Meishan, ex-cantora de ópera, é mãe de um garoto.
A tradição é assim: o mestre seleciona uma de suas esposas para passar a noite. A eleita recebe um tratamento especial, com direito a massagem nos pés e a escolha do cardápio para as refeições do dia seguinte, e a fachada de sua casa é iluminada com enormes lanternas vermelhas. São raros instantes de prazer dos quais ela pode gozar antes de mais uma vez disputar a atenção do mestre com as “irmãs”. A chegada de Songlian gera ciúmes e descontentamento (inclusive na criada Yan’er, que sempre ansiara por tomar seu lugar), uma vez que ela rapidamente passa a se tornar a favorita do mestre.
Dividido em quatro partes — as estações do ano —, Lanternas Vermelhas apresenta as quatro mulheres, de quatro gerações diferentes, não tanto como esposas, mas sim como concubinas, destinadas a servir o marido num ciclo perpétuo de obediência e humilhação. As estações talvez simbolizem cada uma das quatro personagens: a primeira esposa, fria e pouco solicitada, seria o inverno. A segunda esposa, no outono da vida, luta silenciosamente contra o perecimento de sua fertilidade. A terceira esposa, bela como a primavera, é um poço de exuberância e classe. Songlian, representando o verão, é quente, incipiente, fresca.
Os enquadramentos de Zhang Yimou, na maioria, são frios, distantes e simplistas. E por vezes, espetaculares. A fotografia de Fei Zhao desenha um impecável contraste entre o brilho rubro que emana da casa eleita pelo mestre para passar a noite e a escuridão em que as outras três concubinas fazem seus planos de sedução. Lanternas Vermelhas expõe os sentimentos de vingança, traição e descontentamento em que as mulheres eram diariamente submetidas, o que é percebido com clareza em determinadas cenas como a do corte de cabelo.
É notável a idéia do diretor em jamais mostrar o rosto do mestre ao longo do filme. Sempre o vemos de costas, ou de longe, ou por trás dos véus que circundam a cama de suas esposas, reforçando a idéia de que ele poderia ser qualquer um, qualquer pessoa daquela época. A ênfase está exatamente nas atrizes, apontando a condição feminina daquele país. As mulheres não tinham voz ativa em qualquer contexto, eram reduzidas unicamente a objetos sexuais, e poderiam sofrer graves conseqüências caso “saíssem da linha”. O fato de Songlian ter estudado em uma universidade, ainda que tivesse de abandonar os estudos após a morte do pai, faz um contraponto à situação que depois viria a se submeter. Ela poderia ter sido uma pioneira, uma vitoriosa numa sociedade controlada por homens, mas o destino não lhe fora muito benévolo. Lanternas Vermelhas, portanto, trata-se de uma denúncia não apenas ao horror da poligamia consentida, mas à luta pela sobrevivência das mulheres em meio ao machismo oriental.
Meus filmes chegaram: Como água para chocolate.
Mamá Elena, uma viúva, e suas três filhas, Rosaura, Gertrudis e Tita, vivem em sua fazenda no interior do México. Para manter a tradição da família, Tita, a mais nova das irmãs, é obrigada a renunciar a qualquer proposta de casamento, a fim de cuidar da mãe na velhice.
Quando Pedro Muzquiz e Tita se apaixonam, o pai dele procura pessoalmente Mamá Elena para tentar fazer com que ela abra mão da tradição familiar em benefício da felicidade dos dois jovens. Irredutível, ela oferece Rosaura, apenas dois anos mais velha que Tita, no lugar desta. Pedro pede ao pai que aceite a proposta, pois vê nela sua única oportunidade de ficar próximo da mulher que tanto ama.
Mamá Elena põe Tita como responsável pela cozinha da casa. No dia do casamento de Rosaura, toda a comida para a festa é, portanto, preparada por Tita. Durante o banquete do casamento, uma sensação de melancolia e frustração toma conta de todos, seguida de uma sessão de vômito coletivo. Os recém-casados passam três meses sem se tocarem.
Um ano depois, Pedro oferece um buquê de rosas à Tita pela passagem do 1º aniversário dela como responsável pela cozinha. Mamá Elena ordena que a filha o jogue fora, mas ela não a obedece e decide usar as pétalas das rosas em uma nova receita. Quando a refeição é servida, um estranho fenômeno ocorre: é como se o sangue de Tita tivesse sido dissolvido no molho de rosas e estivesse presente em cada aroma daquela refeição. Assim, ela consegue invadir o corpo de Pedro de forma voluptuosa e sensual, descobrindo uma nova forma de se comunicar com ele. Através dessa refeição, Gertrudis desperta para a sexualidade. Ela corre nua pelo campo, emitindo o aroma de rosas. Ao seu encontro, vem um revolucionário e os dois seguem juntos a cavalo.
Num dia em que a mãe e Pedro encontram-se fora, Tita vê-se obrigada a fazer o parto de sua irmã Rosaura. À noite, ela e Pedro se encontram fora de casa e se beijam.
Face à revolução mexicana, Mamá Elena pede para que Pedro, Rosaura e o filho vão morar em San Antonio , Texas, na casa de um primo. A criança morre.
A notícia da morte do sobrinho deixa Tita emocionalmente perturbada, o que faz com que ela seja enviada para uma Clínica em Eagle Pass. Sob os cuidados do jovem Dr. John Brown, este logo se apaixona por ela. Recuperada, ela não pretende mais pôr os pés na fazenda.
É quando toma conhecimento que um grupo de homens armados esteve lá, assassinou sua mãe e estuprou Chencha, uma das criadas da fazenda. Durante o enterro de Mamá Elena, Pedro e Tita voltam a se encontrar. Na oportunidade, Rosaura passa mal, sendo submetida à uma cesariana pelo Dr. Brown, quando nasce uma menina que vem a se chamar Esperanza. O médico pede a mão de Tita em casamento, mas essa insiste em que ama outro homem. À noite, Pedro a procura em seu quarto.
Gertrudis, agora uma revolucionária, visita a família em companhia do marido, Juan Alejándrez. Tita diz à irmã que se acha grávida de Pedro. Esta lhe dá forças para que assuma seu amor por ele, mas a jovem vive atormentada pelas freqüentes visões que tem da mãe, sempre a amaldiçoá-la.
Ao descobrir que a mãe tivera uma filha ilegítima, Gertrudis, Tita aproveita esse fato para despejar todo seu ódio contra ela, quando de uma de suas visões. Com essa atitude, consegue espantar seu fantasma para sempre e ficar livre de sua gravidez psicológica.
Vinte e dois anos depois, quando do casamento de Esperanza com o filho do Dr. Brown, o agora viúvo Pedro pede para que Tita se case finalmente com ele. Depois que os noivos partem em lua-de-mel e os convidados deixam a fazenda, Pedro e Tita iniciam uma linda noite de amor. Durante o ato sexual, entretanto, não suportando tanta emoção, Pedro morre em seus braços. Inconformada, Tita provoca sua própria morte, através de uma autocombustão que se alastra por toda a casa.
Ao retornar de sua lua-de-mel, tudo o que Esperanza encontra sob os escombros do casarão da fazenda é o livro de receitas que Tita deixara para ela.
...
Críticas
"Como Água Para Chocolate" é um excelente filme mexicano. Produzido e dirigido pelo cineasta Alfonso Arau, a trama fala de um amor incompreendido, onde os protagonistas não têm outra forma de comunicação que não seja através da comida por ela preparada.
Laura Esquivel, uma das mais populares escritoras mexicanas e esposa de Arau, é a responsável pela adaptação de seu próprio romance para as telas do cinema.
"Como Água Para Chocolate" é um filme sobre o amor, a tradição, a paixão, a magia e o misticismo. A cozinha transforma-se num espaço de criação e liberdade, onde Tita transmite todo seu amor e seus desejos através de suas receitas e seus pratos. O filme procura mostrar, ainda, a condição da mulher mexicana da época, bem como, acontecimentos políticos como a Revolução Mexicana.
Além dos magníficos trabalhos realizados por Arau e Esquivel, "Como Água Para Chocolate" nos brinda ainda com a magnífica fotografia de Emmanuel Lubezki e Steven Bernstein, bem como, com um elenco de primeira linha, onde se destacam as atuações de Regina Torné, Lumi Cavazos e Claudette Maillé.
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
As Pontes de Madison.

A cinematografia de Clint Eastwood como diretor de filmes é densa, rica e repleta de surpresas agradáveis. Seus filmes normalmente trazem uma realidade pungente, crua, coberta de paradoxos, onde transitam personagens vulneráveis às fatalidades da vida e à condição social que faz do homem um ser menor diante de uma sociedade de heróis, que quando confrontado com a subversão dos costumes, consegue ser sempre maior do que o sistema onde está inserido. Em “As Pontes de Madison County” (“The Bridges of Madison County”), de 1995, Clint Eastwood deixa o seu universo amargo e de moral intrínseca, para contar, atrás e na frente das câmeras, uma sensível história de amor. Baseado no romance homônimo de Robert James Waller, o filme retrata de forma delicada, o amor na maturidade da vida. É daquelas histórias que, se já não aconteceu a todos que assistem ao filme, pelo menos desperta o desejo e a esperança de que um dia acontecerá. É o amor marcando de forma indelével a vida do ser humano. O amor envolvido pela paixão, que depois de realizado, deixa as suas lembranças para os que sobreviveram a ele.
Clint Eastwood já tinha visitado esta temática antes, em 1973, quando dirigiu o belíssimo filme “Breezy”, com William Holden a viver um homem que se vê surpreendido na maturidade da vida, com a chegada do amor intenso por uma jovem, a inquieta Breezy (Kay Lenz). Entre “Breezy” e “As Pontes de Madison County” passaram-se 22 anos, o que lhe deu uma maturidade e sensibilidade para desta vez, trazer o amor na maturidade do casal principal.
Meryl Streep, ao viver a dona de casa Francesca Johnson, tem o seu melhor papel no cinema na década de 1990, trazendo a performance dramática que nos acostumamos a ver nas personagens míticas que ela viveu na década anterior. Por esta interpretação, a atriz recebeu a sua décima indicação ao Oscar.
“As Pontes de Madison County” é essencialmente, o trabalho de dois grandes atores. Clint Eastwood e Meryl Streep emocionam com interpretações definitivas, eles conduzem, através de gestos, olhares, diálogos e emoções à flor da pele, quase toda a trama, não dando espaço para outras personagens. Conseguem arrancar a emoção exata da platéia, transformando o filme em um elogio ao amor e à vida, nem sempre duas coisas conciliáveis.
Um Encontro de Amor na Maturidade da Vida
O casal de filhos de Francesca Johnson (Meryl Streep), volta à casa da mãe para enterrá-la. Após a cerimônia fúnebre, descobrem um baú onde Francesca guardava os seus “detalhes” de vida. Encontram anotações que vão desvendar a eles uma mulher completamente diferente daquela que acostumaram a ver como mãe.A partir dos pertences e do manuscrito de Francesca, a história começa a ser contada em flashbacks. Somos transportados para uma tarde quente do verão de 1965. Francesca, uma dona de casa do Iowa, despede-se do marido e dos dois filhos, ainda crianças, que partem para uma feira, que duraria todo o fim de semana.
Sozinha em sua fazenda, Francesca é surpreendida pela chegada de Robert Kincaid (Clint Eastwood), um jornalista fotográfico da revista National Geographic, que bate à sua porta à procura de informações sobre o caminho para as pontes de Madison County. Entre ambos surge uma cordialidade, que diante da formalidade, não revela a eles, de imediato, o emaranhado de emoções que a vida lhes reservava. Robert só quer uma informação, Francesca só quer ser hospitaleira como costumam ser as pessoas do campo. Mas a vida quer bem mais para os dois. No meio da sua gentileza de mulher bucólica, Francesca oferece-se para mostrar o caminho a Robert. Ao entrar na caminhonete do fotógrafo, ela embarcará no verdadeiro sentido da sua vida, muito além da maternidade e da simplicidade de uma mulher casada com um homem do comum.
Francesca e Robert já tinham passado dos 50 anos, já tinham uma vida estruturada e presumivelmente definida. O momento das surpresas já se tinha acabado para eles. Sonhos juvenis davam passagem para a segurança da maturidade, tanto financeira, como emocional. Nenhum deles procurava uma aventura.
Francesca acompanhou Robert mais de uma vez às pontes. Assistiu ao seu trabalho atrás das câmeras. Aquele mundo tão diferente do seu despertou-lhe a curiosidade. Surpreendentemente, ela foi descobrindo mais afinidades com o mundo incerto de Robert, do que com a sua bucólica vida sem brilho, ao lado do marido e dos filhos, supostamente feliz.
Aos poucos Francesca interessa-se pelo mundo de Robert, ouve a sua história de andarilho sem raízes, sem amarras. Assim como ela, o fotógrafo já abraçava o crepúsculo das ilusões de juventude, como se a vida fosse linear, e as expectativas pertencessem ao passado. Mas quanto mais são gentis e cordiais um com o outro, uma atração inexplicável vai tomando conta de ambos, trazendo uma atmosfera agradável e um brilho novo no olhar dos dois.

Quanto mais sabe da vida de Robert, mais Francesca recupera a sua. De repente quem fala ao estranho não é a mulher mãe de dois filhos, casada e isolada na sua pacata vida rural; é Francesca italiana, nascida em Bari, que sofrera os preconceitos de ser imigrante. Esta Francesca está além das limitações do seu cotidiano simplório. Ela aos poucos, compartilha com Robert o amor pela beleza e pela aventura. Ela vê através das andanças do fotógrafo pelo mundo, reflexos dos do que imaginara em seus sonhos.
Se no primeiro dia Robert vai dormir na cidade, no segundo Francesca, após ajudá-lo a fotografar as pontes cobertas, especialmente a Ponte Roseman, convida-o para jantar em sua casa. No limiar dos acontecimentos, Robert conhece em um bar da pequena cidade, uma mulher triste, isolada por toda a comunidade. Fica a saber que ninguém lhe dirige a palavra por ter sido adúltera com o marido. Preocupado que as pessoas possam vir a falar o mesmo de Francesca, Robert telefona para ela, disposto a recusar o convite, caso ela assim ache melhor. Francesca conhece a história da mulher. Não se intimida. Confirma o convite. A atração intelectual que ambos sentem um pelo outro já se tornara irresistível, emocional e física. Francesca compra um vestido novo e ousado para jantar com Robert. O Amor parecia chegar, quando a vida parecia terminar as aventuras.
Quatro Dias de Amor
Um dos momentos mais sublimes e delicados do filme, é quando o diretor conduz a nudez tênue dos apaixonados, mostrando a beleza madura dos corpos dos dois atores, sob uma luz suave, de um erotismo romântico, revelando o amor que transcende das personagens, fazendo com que se esqueçam, por uma noite, todas as barreiras da moralidade e do convencional. Do jantar à luz de duas velas à dança de rosto colado, do primeiro toque de Francesca em Robert, quando fala ao telefone com a sua realidade ao momento de ludismo sensual do banho, é desenhada no cinema uma das mais belas histórias de amor, tão arrebatadora quanto à interpretação dos atores.Após a entrega à felicidade efêmera da paixão, vem o momento em que Francesca volta a ser a mãe, agarrando-se ao medo do fim daquela felicidade, ela transborda a dor do amor que chegou tão tarde e arrebatador, mas que já tem que ir embora. Movida pelo medo da perda, Francesca provoca uma grande discussão. É a dor da separação que já toma conta do seu ser. Pergunta, amargurada, a Robert, se foi mais uma de suas aventuras, ao que ele responde que percorrera todos os caminhos do mundo para um dia estar ali, diante dela. Propõe-lhe que fuja com ele. Mas Francesca sabe que tem dois filhos pequenos e um marido fiel. Diz a Robert que vive dos seus “detalhes” de vida, dos objetos, dos filhos, e que o amor lhe chegara finalmente, mas chegara tarde demais.
Passaram-se apenas quatro dias desde que se conheceram. Mas Francesca conseguira revelar em Robert a sua verdadeira face, escondida na força que o fazia um andarilho solitário, sem nunca enxergar alguém. Também ele revelara em Francesca uma mulher sensual, amante, sonhadora, pronta para viver um grande amor, pronta para ir além da libido apagada pela condição de mãe.

Robert parte. Hospeda-se em um hotel, à espera de Francesca. A família retorna, trazendo os “detalhes” e o cotidiano daquela mulher que ousou a sonhar com o amor e, encontrou-o finalmente. Com o marido de volta, Francesca acompanha-o da fazenda até a cidade. Uma grande tempestade apagava os dias quentes daquele verão. Dentro da caminhonete do marido, Francesca avista Robert. Ele, debaixo da chuva, olha profundamente para Francesca, a esperar que ela parta com ele. Francesca toca na maçaneta do carro do marido, há um momento de tensão, por um instante, ela pensa em sair do carro e correr para os braços de Robert. Não o faz. Robert desaparece entre a chuva. Francesca chora desesperada. O marido nada pergunta. Prefere deixar a mulher envolta em seus segredos. Robert e Francesca jamais se encontrarão outra vez. Teriam a vida inteira para lembrarem dos quatro dias que viveram, ligando-se um ao outro por toda vida.
Cinzas Sobre as Pontes
Francesca renunciou ao amor da sua vida, dedicando-se à família. Mas sua vida jamais foi a mesma. Surpreendentemente, quando Robert partiu, ela procurou a mulher que todos hostilizavam na cidade por causa do adultério, tornando-se para sempre a sua melhor amiga.Passados os anos, Francesca já velha, torna-se viúva. Acompanhara Robert Kinkaid de longe, através das suas reportagens fotográficas. Um dia recebe em casa uma encomenda de Robert, que morto, deixara-lhe em testamento, as suas máquinas fotográficas, um medalhão que nunca tirou do pescoço, um livro de fotografias intitulado “Quatro Dias”, dedicado a ela. A velha mulher abraça-se àqueles objetos, como se recuperasse um pouco do amor perdido. Nas lágrimas de Francesca (momento sublime da interpretação de Meryl Streep), sente-se que também Robert renunciara a uma vida ao lado de qualquer outra pessoa, para trazê-la definitivamente dentro dele. Francesca chora, abraçada às lembranças e aos seus “detalhes” de vida.
O tempo passou. Também Francesca morreu. Os filhos encontram no baú os objetos de Robert Kinkaid, o vestido que Francesca usara na sua noite de amor e o manuscrito que revelava a sua verdadeira história, a sua verdadeira essência. Francesca explica aos filhos que dedicara a sua vida a eles, que depois de morta, deixasse que ela se presenteasse a Robert. Quer que o seu corpo seja cremado e as suas cinzas sejam jogadas nas pontes de Madison, onde foram jogadas as cinzas do fotógrafo.
Ao descobrir a verdadeira face da mãe, que deixa
clara a sua insatisfação diante da vida medíocre que levou no campo, os filhos tomam decisões importantes e corajosas em suas vidas, entre elas, a da filha ter coragem de divorciar-se. Por fim, eles cumprem o último desejo da mãe. Juntos, atiram as cinzas de Francesca de uma das pontes de Madison, a Ponte Roseman. É o momento etéreo que a presença do amor nos faz crer que, um dia aconteceu ou acontecerá na vida de todos nós. Encerra-se esta história de um amor poderoso, que nos afeta em todos os seus detalhes. Mesmo quando este amor vem tão tarde, como veio para Robert e Francesca.Ficha Técnica:
As Pontes de Madison County
Direção: Clint Eastwood

Ano: 1995
País: Estados Unidos
Gênero: Drama
Duração: 135 minutos / cor
Título Original: The Bridges of Madison County
Roteiro: Richard LaGravanese, baseado no livro de Robert James Waller
Produção: Clint Eastwood e Kathleen Kennedy
Música: Clint Eastwood e Lennie Niehaus
Direção de Fotografia: Jack N. Green
Desenho de Produção: Jeannine Claudia Oppewall
Direção de Arte: Jay Hart
Figurino: Colleen Kelsall
Edição: Joel Cox
Estúdio: Warner Bros. / Amblin Entertainment / Malpaso Productions
Elenco: Clint Eastwood, Meryl Streep, Annie Corley, Victor Slezak, Jim Haynie, Sarah Kathryn Schmitt, Christopher Kroon, Phyllis Lyons, Debra Monk, Richard Lage, Michelle Benes
Sinopse: Após a morte de Francesca Johnson (Meryl Streep), uma proprietária rural do interior do Iowa, seus filhos descobrem, através de cartas que a mãe deixou, do forte envolvimento que ela teve com um fotógrafo (Clint Eastwood) da National Geographic, quando a família se ausentou de casa por quatro dias. Estas revelações fazem os filhos questionarem seus próprios casamentos.
Clint Eastwood
Clint Eastwood nasceu em 31 de maio de 1930, em São Francisco, EUA. É um ator-diretor que galgou por muitos anos, uma imagem de intérprete monossilábico e de poucas expressões faciais, em filmes de western feitos na Itália, ou na pele do inspetor de polícia Harry Callahan, de Dirty Harry. A sua carreira parecia condenada a ser de sucessos fáceis e filmes superficiais de ação e pouca verve dramática, como os filmes de Sylvester Stallone ou Arnold Schwarzenegger. Mas o tempo e o talento provaram o contrário.Se nos anos sessenta e setenta Clint Eastwood rendeu-se às limitações de uma imagem comprometida com os filmes de ação, já na década de oitenta vieram as transformações e o reconhecimento, tanto como ator, como diretor de cinema, com grandes filmes como “Bird” e “White Hunter Black Heart”.
Mas o respeito e a consagração final vieram na década de noventa. Em 1993 conquistou o Oscar de melhor diretor, com filme Unforgiven (Imperdoável), que também ganhou a estatueta de melhor filme daquele. Neste filme Clint Eastwood voltava a cavalgar em um western, só que desta vez rompia com a imagem dos westerns italianos que participara no início da carreira. Aparecia como um cowboy envelhecido e quase aposentado, rompendo de vez com a imagem de galã inexpressivo. É desta década um outro grande filme dirigido e interpretado por ele: “A Perfect World”. Em 2004 Clint Eastwood teve outro filme de sucesso, que arrebatou 4 Oscars, incluindo o de melhor diretor e o de melhor filme: “Million Dollar Baby”
Clint Eastwood costuma ser discreto em sua vida pessoal, apesar de já se ter casado por cinco vezes. Quando jovem chegou a tocar piano em bares, é famoso por apreciar música e ter uma grande paixão pelo jazz. Chegou a compor a música de “As Pontes de Madison County” em parceria com Lennie Niehaus. Seu amor pelo jazz motivou seu filho Kyle, a ser músico de jazz.
Clint Eastwood tornou-se um diretor respeitável, um dos mais conceituados dentro do cinema norte-americano, responsável por grandes filmes de sucessos e de forte dramaticidade.
Filmografia de Clint Eastwood:
Ator:

1955 – Revenge of the Creature (A Revanche do Monstro)
1955 – Francis in the Navy
1955 – Lady Godiva
1955 – Tarantula
1956 – Never Say Goodbye
1956 – Star in the Dust
1956 – Away All Boats (Barcos ao Mar)
1956 – The First Traveling Saleslady
1957 – Escapade in Japan
1958 – Lafayette Escadrille
1958 – Ambush at Cimarron Pass
1959 – Rawhide
1964 – Per Un Pugno di Dollari (Por Um Punhado de Dólares)
1965 – Per Qualche Dollaro in Più (Por Qualquer Dólar a Mais)
1966 – Il Buono, Il Brutto, Il Cattivo (O Bom, O Mau e o Vilão ou Três Homens em Conflito)
1967 – The Witches
1968 – Hang ‘Em High – (Território Sem Lei)
1968 – Coogan’s Bluff (Meu Nome é Coogan)
1968 – Where Eagles Dare (Desafio das Águas)
1969 – Paint Your Wagon (Os Aventureiros do Ouro)
1970 – Two Mules For Sister Sara (Os Abutres Têm Nome)
1970 – Kelly’s Heroes (Os Guerreiros Pilantras)
1971 – The Beguiled (O Estranho Que Nós Amamos)
1971 – Play Misty For Me (Perversa Paixão)
1971 – Dirty Harry (Perseguidor Implacável)
1972 – Joe Kidd
1973 – High Plains Drifter (O Estranho Sem Nome)
1973 – Magnum Force (Magnum 44)
1974 – Thunderbolt and Lighfoot
1975 – The Eiger Sanction (Escalado Para Morrer)
1976 – The Outlaw Josey Wales (Josey Wales – O Fora da Lei)
1976 – The Enforcer
1977 – The Gauntlet (Rota Suicida)
1978 – Every Which Way But Loose (Doido Para Brigar.. Louco Para Amar)
1979 – Escape From Alcatraz (Alcatraz – Fuga Impossível)
1980 – Bronco Billy
1980 – Any Which Way You Can (Punhos de Aço – Um Lutador de Rua)
1982 – Firefox (Raposa de Fogo)
1982 – Honkytonk Man
1983 – Sudden Impact (Impacto Fulminante)
1984 – Tightrope
1984 – City Heat
1985 – Pale Rider (O Cavaleiro Solitário)
1986 – Heartbreak Ridge (O Destemido Senhor da Guerra)
1988 – The Dead Pool (Dirty Harry na Lista Negra)
1989 – Pink Cadillac (O Cadillac Cor-de-Rosa)
1990 – White Hunter Black Heart (Caçador Branco Coração Negro)
1990 – The Rookie
1992 – Unforgiven (Imperdoável)
1993 – In the Line of Fire (Na Linha de Fogo)
1993 – A Perfect World (Um Mundo Perfeito)
1995 – The Bridges of Madison County (As Pontes de Madison County)
1997 – Absolute Power (Poder Absoluto)
1999 – True Crime (Crime Verdadeiro)
2000 – Space Cowboys (Cowboys do Espaço)
2002 – Blood Work (Dívida de Sangue)
2004 – Million Dollar Baby (Menina de Ouro)
2008 – Gran Torino
Diretor:
1971 – Play Misty For Me (Perversa Paixão)

1973 – High Plains Drifter (O Estranho Sem Nome)
1973 – Breezy
1975 – The Eiger Sanction (Escalado Para Morrer)
1976 – The Outlaw Josey Wales (Josey Wales – O For a da Lei)
1977 – The Gauntlet (Rota Suicida)
1980 – Bronco Billy
1982 – Firefox (Raposa de Fogo)
1982 – Honkytonk Man
1983 – Sudden Impact (Impacto Fulminante)
1985 – Pale Rider (O Cavaleiro Solitário)
1986 – Heartbreak Ridge (O Destemido Senhor da Guerra)
1988 – Bird
1990 – White Hunter Black Heart (Caçador Branco Coração Negro)
1990 – The Rookie
1992 – Unforgiven (Imperdoável)
1993 – A Perfect World (Um Mundo Perfeito)
1995 – The Bridges of Madison County (As Pontes de Madison County)
1997 – Midnight in the Garden of Good and Evil (Meia-Noite no Jardim do Bem e do Mal)
1997 – Absolute Power (Poder Absoluto)
1999 – True Crime (Crime Verdadeiro)
2000 – Space Cowboys (Cowboys do Espaço)
2002 – Blood Work (Dívida de Sangue)
2003 – Mystic River (Sobre Meninos e Lobos)
2004 – Million Dollar Baby (Menina de Ouro)
2006 – Flags of Our Fathers (A Conquista da Honra)
2006 – Letters From Iwo Jima (Cartas de Iwo Jima)
2008 – Changeling
2008 – Gran Torino
Fonte: http://virtualiaomanifesto.blogspot.com/2008/08/as-pontes-de-madison-county.html
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