quarta-feira, 27 de julho de 2011
Banho de Cléopatra.
Ampliação do poder de sedução.
quinta-feira, 1 de julho de 2010
O AMOR TÂNTRICO.
doce princesa, entre no amor como numa vida eterna"
Uma pessoa tensa não pode amar. Por que? Uma pessoa tensa sempre vive com propósitos. Ela pode ganhar dinheiro, mas não pode amar, pois o amor não tem propósito; o amor não é uma comodidade, não se pode acumulá-lo, fazer um saldo bancário dele, fortalecer o seu ego a partir dele.
E
Você ganha dinheiro para algo; o dinheiro é um meio. Você faz uma casa, constrói uma casa para algo, para viver nela; ela é o meio. o amor não é o meio. Por que você ama? Para que você ama? O amor é o fim em si mesmo. É por isso que uma mente calculista e lógica, que pensa em termos de propósito, não pode amar. E uma mente que sempre pensa em termos de propósito será tensa, porque o propósito somente pode ser preenchido no futuro, e nunca aqui e agora.
Você constrói uma casa...você não pode morar nela agora mesmo; primeiro você precisa construí-la. Você pode morar nela no futuro, e não agora. Você ganha dinheiro; o saldo bancário será criado no futuro, e não agora. O meio você terá que usar agora, e o fim virá no futuro. O amor está sempre aqui; não há futuro para ele. É por isso que o amor é tão próximo da meditação, e também a morte é tão próxima da meditação - pois a morte está sempre aqui e agora, e nunca pode acontecer no futuro. Você pode morrer no futuro? Você pode morrer somente no presente; ninguém jamais morreu no futuro. Como você pode morrer no futuro ou no passado? O passado se foi, ele não está mais presente, então você não pode morrer nele. o futuro ainda não veio, então como você pode morrer nele? A morte sempre ocorre no presente.
Morte, amor, meditação, todos eles ocorrem no presente. Assim, se você estiver com medo da morte, você não poderá amar. Se você estiver com medo do amor, você não poderá meditar. Se você estiver com medo da meditação, sua vida será vã - vã não no sentido de qualquer propósito, mas no sentido de que você nunca poderá sentir alguma bem-aventurança nela...fútil.
Pode parecer estranho conectar estes três: amor, meditação e morte. Mas não é estranho. Eles são experiências semelhantes. Assim, se você puder entrar em um, poderá entrar nos dois restantes.
Shiva começa com o amor. Ele diz:
“Enquanto estiver sendo acariciada, amada, doce princesa, entre no carinho, no amor, como numa vida eterna”.
O que significa isso? Muitas coisas. Uma, enquanto você for amada, o passado cessa e o futuro não existe. Você se move na dimensão do presente, no agora. Você já amou alguém? Se já amou, então a mente não está mais presente. É por isso que os pretensos sábios dizem que os amantes são cegos, insensatos, loucos. Num sentido eles estão certos. Os que amam são cegos, pois não tem olhos para o futuro a fim de calcular o que estão fazendo. Eles são cegos! E não podem ver o passado. O que acontece aos que amam? Eles simplesmente se movem para o aqui e agora sem qualquer consideração pelo passado, pelo futuro ou pelas conseqüências; é, por isso que eles são chamados de cegos. Eles são cegos, cegos para aqueles que são calculistas, e são videntes para aqueles que não são calculistas. Aqueles que não são calculistas verão o amor como o olho real, e a visão real.
Assim, a primeira coisa: no momento do amor, o passado e futuro não estão presentes. Um ponto delicado a ser compreendido: quando não existe passado ou futuro, você pode chamar este momento de presente? Ele é o presente somente entre estes dois - passado e futuro. Ele é relativo. Se não houver passado ou futuro, o que significa chamá-lo de presente? Não tem sentido, e é por isso que Shiva não usa a palavra "presente". Ele diz "vida eterna" - eternidade, entrar na eternidade.
Dividimos o tempo em três: passado, presente e futuro. Essa divisão é falsa, absolutamente falsa. O tempo é realmente passado e futuro. O presente não é parte do tempo, e sim da eternidade. Aquilo que passou é tempo, aquilo que está por vir é tempo. Aquilo que é não é tempo, pois ele nunca passa, ele sempre existe. O agora está sempre aqui - ele está sempre aqui. Este agora é eterno.
Se você se mover a partir do passado, você nunca entrará no presente. Do passado você sempre entra no futuro. Não chega nenhum momento que seja o presente. Do passado você sempre entra no futuro. Do presente você nunca pode entrar no futuro; do presente você vai fundo, e fundo... E mais presente, e mais presente...Isso é vida eterna.
Podemos dizê-lo desta maneira: do passado para o futuro é tempo. Tempo significa que você se move sobre o plano, numa linha reta, ou podemos dizer que ele é horizontal. No momento em que você estiver no presente, a dimensão mudará. Você se moverá verticalmente - para cima ou para baixo, em direção à altura ou à profundeza. Mas então você nunca se moverá horizontalmente. Um Buda e um Shiva vivem na eternidade, e não no tempo.
Perguntaram a Jesus: "O que acontecerá em seu Reino de Deus?" A pessoa que Ihe perguntou não estava perguntando sobre o tempo, mas sobre o que iria acontecer com os seus desejos: "Como eles serão satisfeitos? Haverá vida eterna ou a morte? Haverá alguma miséria? Haverá pessoas inferiores e superiores?" Ele estava perguntando coisas deste mundo: "O que acontecerá em seu Reino de Deus?"
E Jesus respondeu - a resposta é semelhante a de um monge Zen...Jesus disse: "Não haverá mais o tempo”.A pessoa pode não ter entendido nada, uma resposta desta: "Não haverá mais o tempo”.Jesus disse somente uma coisa: "Não haverá mais o tempo", pois o tempo é horizontal e o Reino de Deus é vertical, é eterno; ele está sempre aqui; somente você precisa se afastar do tempo para entrar nele.
Assim, o amor é a primeira porta...você pode se afastar do tempo. É por isso que todos desejam ser amados e desejam amar. E ninguém sabe porque existe tanta importância no amor, porque tanto anseio profundo por ele. E a menos que você o conheça corretamente, você não pode nem amar nem ser amado, pois o amor é um dos fenômenos mais profundos sobre esta terra.
Insistimos em achar que cada um é capaz de amar como ele é, mas esse não é o caso, não é assim. É por isso que você se frustará. O amor é uma dimensão diferente, e se você tentar amar alguém no tempo, você será derrotado em seu esforço. No tempo, o amor é impossível.
Lembro-me de uma história:
Meera estava apaixonada por Krishna; ela era casada, a esposa de um príncipe. O príncipe ficou com ciúme de Krishna, o qual já não existia, não estava presente, não era um corpo físico. Havia um intervalo de cinco mil anos entre a existência física de Krishna e a de Meera. Assim, realmente, como Meera poderia estar apaixonada por Kríshna? O intervalo de tempo era grande demais!
Um dia o seu marido, o príncipe, perguntou a Meera: "Você fica falando sobre o seu amor, fica dançando e cantando à volta de Krishna, mas onde ele está? Por quem você está tão apaixonada? Com quem você fala continuamente?"
Meera estava conversando com Krishna, cantando, rindo, discutindo. Ela parecia louca! Aos nossos olhos era louca. Portanto, o príncipe disse: "Você ficou louca? Onde está o seu Krishna? A quem você está amando? Com quem você está conversando? E estou aqui, e você me esqueceu co
Meera disse: "Krishna está aqui, e você não está aqui, pois Krishna é eterno e você não é. Ele estará sempre aqui, ele esteve sempre aqui, ele está aqui. Você não estará aqui, você não esteve aqui, você não esteve um dia e não estará aqui...assim, como posso acreditar que entre essas duas não-existências você esteja aqui? Como a existência é possível entre duas nâo-existências?"
O príncipe está no tempo e Krishna está na eternidade. Dessa maneira, pode-se estar perto do príncipe, mas a distância não pode ser destruída; você estará distante. No que se refere ao tempo, você pode estar muitíssimo distante de Krishna, mesmo assim pode estar próximo. Mas essa é uma dimensão diferente. Olho à minha frente e há uma parede; movo os meus olhos e há o céu. Quando você olha no tempo, sempre existe uma parede; quando você olha além do tempo, existe um céu aberto, infinito. O amor abre a infinidade, a eternidade da existência. Assim, realmente, se você já amou, o amor pode ser transformado numa técnica de meditação. Esta é a técnica: "Enquanto estiver sendo amada, doce princesa, entre no amor como numa vida eterna."
Não seja um amante que fica à distância, do lado de fora. Torne-se amoroso e penetre na eternidade. Quando você está amando alguém, você está ali como o amante? Se você estiver ali, você está no tempo e o amor é simplesmente falso, pseudo. Se você ainda estiver ali e puder dizer "eu sou", então você poderá estar próximo fisicamente, mas espiritualmente vocês são pólos à parte.
Enquanto no amor, você não deve ser - somente o amor, a amorosidade. Torne-se o amor! Ao acariciar o ser amado, torne-se a carícia. Ao beijar, não seja aquele que beija ou que é beijado; seja o beijo! Esqueça-se completamente do ego, dissolva-o no ato. Penetre tão profundamente no ato a ponto do ator não estar mais presente. E se você não puder penetrar no amo
Shiva diz para se tornar o amor. Quando você está abraçando, torne-se o abraço, o beijo. Esqueça tão completamente de você mesmo a ponto de poder dizer: "Eu não existo mais; somente o amor existe”.Então o coração não estará palpitando, mas o amor estará; então o sangue não estará circulando, mas o amor estará; então os olhos não estarão enxergando, mas o amor estará; então as mãos não estarão se movendo para tocar, mas o amor estará.
Tome-se o amor! E entre na vida eterna. O amor de repente muda a sua dimensão; você é lançado para fora do tempo e se defronta com a eternidade.
O amor pode se tornar uma meditação profunda, a mais profunda possível. E algumas vezes os que amam conhecem o que os santos não conheceram. Os que amam tocaram aquele centro que muitos iogues não alcançaram. Mas será apenas um vislumbre, a menos que você transforme o seu amor em meditação. O Tantra significa isto: transformação do amor em meditação. E agora você pode entender porque o Tantra fala tanto sobre o amor e o sexo. Por que? Porque o amor é a porta natural mais fácil a partir da qual você pode transcender este mundo, esta dimensão horizontal.
Olhe para Shiva com a sua consorte. Devi. Olhe para eles! Eles não parecem ser dois; eles são unos. A unidade é tão profunda que penetrou até nos símbolos. Todos nós vimos o Shivalinga; este é um símbolo fálico - o órgão sexual de Shiva. Mas ele não está sozinho, e sim enraizado na vagina de Devi. Os hindus daqueles dias eram muito ousados. Agora, quando você vê um Shivalinga, você nunca se lembra de que ele é um símbolo fálico. Nós nos esquecemos, tentamos esquecer completamente Jung se lembra em sua autobiografia, em suas memórias, de um incidente muito belo e engraçado.
Ele veio à Índia e foi ver Konarak, e no templo de Konarak há muitos e muitos Shivalingas, muitos símbolos fálicos. O erudito que o estava levando Ihe explicou tudo, menos sobre os Shivalingas. E eles eram tantos que era difícil escapar. Jung estava bem ciente, mas apenas para amolar o erudito, ficava perguntando: "Mas o que são esses aqui?" Assim, finalmente o erudito disse no ouvido de Jung: "Não me pergunte aqui; eu Ihe direi mais tarde. Esse é um assunto privado”.Jung deve ter rido por dentro. Esses são os hindus de hoje.
Então, fora do templo o erudito chegou bem perto e disse: "Você não deveria ter perguntado diante dos outros. Eu Ihe direi agora; esse é um segredo”.E ele disse, novamente no ouvido de Jung: "Eles são nossas partes íntimas”.
Quando Jung voltou, ele encontrou um grande estudioso - um estudioso do pensamento, do mito e da filosofia oriental -, Heinrich Zimmer. Assim, ele contou essa história a Zimmer. Zimmer era uma das mentes mais bem dotadas que tentou penetrar no pensamento indiano, e era um admirador da Índia e de seus caminhos do pensamento - o oriental, o ilógico, a abordagem mística em relação à vida.
Quando ele ouviu isso de Jung, ele riu e disse: "Isso é bom para variar. Sempre ouvi sobre grandes indianos - Buda, Krishna, Mahavira... O que você relata nada diz a respeito de qualquer grande indiano, mas a
Para Shiva, o amor é a grande porta. E para ele, o sexo também não é algo a ser condenado, e sim a semente, e o amor o seu florescimento. E se você condenar a semente, você condenará a flor. O sexo pode se tornar amor, e se ele nunca se tornar amor, então ele estará aleijado. Condene o aleijamento, e não o sexo. O amor deve florescer; o sexo deve se tornar amor. Se ele não estiver se tornando, não será falha do sexo, mas a sua falha.
O sexo não deve permanecer sexo - este é o ensinamento do Tantra -, ele deve ser transformado em amor. E o amor também não deve permanecer amor, e sim ser transformado em luz, na experiência meditativa, no último e supremo cume místico. Como transformar o amor? Seja o ato e se esqueça do ator. Ao amar, seja o amor - o simples amor. Então, não é o seu amor, o meu amor ou o amor de alguém mais. Ele é o simples amor. Quando você não está ali, então está nas mãos da fonte, da corrente suprema, então você está no amor. Não é você que está no amor; então o amor o tragou, você desapareceu e se tornou apenas uma energia fluindo.
D. H. Lawrence, uma das mentes mais criativas desta época, quer soubesse ou não, era um adepto do Tantra. Ele foi completamente condenado no Ocidente; seus livros foram excomungados e houve muitos casos nos tribunais, pois ele disse que a energia do sexo é a única energia, e se você a condenar e a suprimir, você estará contra o universo e nunca será capaz de conhecer o florescimento superior desta energia.
E quando suprimido, ele se torna feio. Este é o círculo vicioso: sacerdotes, moralistas, pretensos religiosos, papas, shankaracharyas e outros, eles insistem em condenar o sexo. Eles dizem que essa é uma coisa feia. Quando você o suprime, ele se torna feio, então eles dizem. Ve a O que dissemos é verdade, está provado por você mesmo. Veja! Tudo o que você está fazendo é feio, e você sabe que é feio "
Mas não é o sexo que é feio, e sim esses sacerdotes que o tornaram feio. E uma vez que o tornaram feio, eles provam estarem certos. E quando eles provam estarem certos, você continua a torná-lo cada vez mais feio.
O sexo é energia inocente, a vida fluindo em você, a existência viva em você. Não o mutile; permita que ele se mova em direção às alturas - isto é, o sexo deve se tornar amor. Qual é a diferença?
Quando a sua mente é sexual, você explora o outro. O outro é simplesmente um instrumento para ser usado e jogado fora. Quando o sexo se toma amor, o outro não é um instrumento, não é para ser explorado, não é realmente o outro. Quando você ama, o amor não é autocentrado; em vez disso, o outro se torna importante, ímpar. Não é que você esteja explorando - não. Pelo contrário, ambos estão unidos numa experiência profunda. Vocês são parceiros de uma experiência profunda, e não o explorador e o explorado. Vocês estão se ajudando a entrar num mundo diferente, o do amor. O sexo é exploração, e o amor é entrar juntos num mundo diferente.
Se esse movimento não for momentâneo e se tornar meditativo, isto é, se você puder esquecer completamente de si, e a pessoa amada desaparecer e houver somente o amor fluindo, então, Shiva diz, a vida eterna é sua.
HARE OM.
Livro "Tantra, Spirituality and Sex" de Osho.Site: http://www.humaniversidade.com.br/
quinta-feira, 10 de junho de 2010
Melancia x Viagra???
Melancia combate dificuldades de ereção
Com efeito semelhante ao Viagra; a fruta também aumenta a libido
Os poderes afrodisíacos da pimenta e das ostras para aumentar a vida sexual já são bastante conhecidos. Mas ninguém nunca desconfiou que a melancia também pudesse esquentar a vida sexual dos casais.
Investigando a fruta, pesquisadores do Centro de Aprimoramento de Frutas e Vegetais da Universidade A&M do Texas (Estados Unidos), descobriram que ela é rica num fitonutriente reconhecido como vasodilator: a citrulina. A substância é convertida em arginina, precursora na formação do óxido nítrico no interior dos vasos sanguíneos. O óxido nítrico, por sua vez, leva à vasodilatação e ao relaxamento vascular (não é a toa, que ele é dos componentes do Viagra).
A mesma lógica também elege a fruta como eficaz no combate aos problemas cardiovasculares, à medida que ela aumenta o fluxo sangüíneo. Mas os efeitos libidinosos do consumo podem não ser notados por todo mundo. Não podemos afirmar que toda a citrulina será convertida em arginina, nem que toda arginina será usada pelo organismo na produção de óxido nítrico. Cada metabolismo reage de acordo com as necessidades do indivíduo .
A citrulina, no entanto, concentra-se principalmente na casca e nas sementes da melancia. Por isso, é necessário o aproveitamento de toda a fruta, mudando hábitos de consumo dos brasileiros , afirma a chefe da equipe nutricional do MinhaVida, Roberta Stella. O suco também é eficaz contra febres e as sementes aliviam a pressão alta , diz a especialista.
Uma talha com 100g de melancia é aliada suculenta da sua dieta: conta com apenas 31 calorias e ainda é rica em sais minerais (ferro, cálcio e fósforo) e vitaminas (complexo B, A e C). Por ser rica em água, ela tem ótima atuação no sistema digestivo e na limpeza das vias urinárias. Também tem grande quantidade de licopeno e glutationa, que protegem contra o câncer e o envelhecimento precoce.
Confira os outros alimentos que atiçam sua libido:
Alimento: Mel
Ação: Estimula a produção de serotonina, neurotransmissor responsável pela sensação de bem-estar. Também fornece boro, mineral que ajuda a metabolizar o estrogênio (hormônio sexual feminino).
Alimento: Aveia
Ação: Cereal rico em fibras solúveis, que aumenta da quantidade de testosterona disponível no sangue. Esse é o hormônio responsável pelo clímax tanto no homem quanto da mulher.
Alimento: Ostra
Ação: Ela e os outros frutos do mar contêm minerais (como o zinco) que são componentes indispensáveis dos hormônios sexuais.
Alimento: Castanha do Pará e Soja
Ação: Ambos são ricos em arginina, aminoácido que é matéria prima na formação do óxido nítrico, que faz o relaxamento dos vasos melhorando a circulação. (efeito do viagra)
Quem diria...Que a melancia tão aguada, faz tudo isso??? Agora, aproveite que o Dia dos Namorados está chegando e bole um prato bem afrodisíaco pra vcs comerem na caminha...
Fonte de Pesquisa: Minha Vida
sexta-feira, 28 de maio de 2010
A verdadeira história de Chapéuzinho vermelho... (Psicologia Social)

~ Meu Deus, será que ela tinha gerofobia? Ou ela queria ser comida pela avó?
Chapeuzinho segue os conselhos do lobo e acaba por ser comida. E aqui acaba a história. Não há lenhador - não há avó - só um lobo gordo e uma Chapeuzinho morta . A moral desta história é não seguir conselhos de estranhos.
Chapeuzinho dá trela para o lobo, ela não sabe qual é o jogo, mas mostra um grande interesse
Contos de Fada nada infantis.



quinta-feira, 20 de maio de 2010
Kama Sutra: A Tale of Love

MUJER!!!
sexta-feira, 19 de março de 2010
Deslizando...
sobre o meu corpo no chuveiro.
Num toque, num sussurrar,num
abraço, num beijo.
Nós dois ali juntos no banheiro
sentindo muito prazer e amor.
São dois corpos em extáse com
arrepios e sentindo calor.
São desejos guardados dentro
do peito e deixando aflorar.
Pois no amor devemos se soltar.
São quimicas, paixão e com
muita loucura no ar.
Juntos não querendo mais parar.
O tempo voa não sentimos à noite
chegar.
* Débora Neves Rocha
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
Cuidados com os pés:
Eu cuido dos meus pés assim:
Os lavo com água morna e sabonete infantil,
Esfolio os pés duas vezes por semana,
Calço meias brancas e de algodão com tênnis,
Sempre ponho talco nos sapatos,
Deixo meus pés para cima sempre que posso,
Faço massagens nos pés todas as noites antes de dormir.
Tenho pés grandes calço 39/40 mas não conheço pés mais bem cuidados que os meus.
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
Desejo...
Erga as mãos para os céus
E agradeça
Quando me cobiçou
Sem querer acertou
Na cabeça
Eu sou tua alma gêmea
Sou tua fêmea
teu par, tua irmã
Eu sou teu incesto
Sou igual a você
Eu nasci pra você
Eu não presto
Eu não presto
Traiçoeira e vulgar
Sou sem nome e sem lar
Sou aquela
Eu sou filha da rua
Eu sou cria da tua
Costela
Sou bandida
Sou solta na vida
E sob medida
Para os carinhos seus
Meu amigo
Se ajeite comigo
E dê graças a Deus
Se você crê em Deus
ergua as mãos para os céus
Numa prece
E agraceça ao Senhor
Você tem o amor
Que merece...
Maria Bethânia
terça-feira, 4 de agosto de 2009
Confira os 10 erros sexuais que as mulheres não devem cometer.
terça-feira, 28 de julho de 2009
“Chamas da Paixão”
Em vários textos sensuais lhe dão algumas dicas de como usar velas e aromas seu favor e com muita criatividade erótica.
Dica 1 – Identidade Sensual da Deusa
Usar velas na decoração do quarto sempre que a intenção for seduzir seu amado é uma boa forma de criar uma identidade sensual, ou seja, cada vez que uma vela for acesa seu amado sentirá seu fogo interior se acender, pois sabe os intenções que aquelas velas escondem. Além disso, as velas criam uma iluminação mais indireta o que, além de deixar o ambiente mais romântico, tem o poder de torná-la uma deusa: os contornos do corpo ficam mais bonitos, o tom da pele mais durado e cabelos e olhos ficam mais brilhantes.
Dica 2 – Cheiro de Paixão
Velas aromáticas estimulam não somente a visão, mas também o olfato. Escolha aromas sensuais como os de rosas ou os exóticos orientais como o ylang-ylang. Se não encontrar velas aromatizadas, pingue gotinhas de óleo aromático (aqueles que são usados em difusores) em volta do pavio antes de acender a vela... o perfume se espalhará pelo ambiente.
Dica 3 – Desejos Secretos
Espalhe velas luminárias pelo quarto, cada uma contendo um bilhetinho com um desejo secreto seu a ser realizado naquela noite. Então diga a seu amado que ele deverá escolher qual vela acenderá primeiro e que a regra é: acendeu o desejo tem que realizar! Aproveite para incluir tudo aquilo que há tanto tempo você quer que ele faça pra você: uma massagem sensual, beijos em todo o corpo, striptease... deixe fluir sua paixão. Como bônus, pode haver uma vela coringa... quando essa vela for acesa, ele poderá escolher um desejo para você realizar.
Dica 4 – Striptease das Velas
Aqui vai uma dica de um strip diferente e criativo. Deite seu amado na cama completamente nu e coloque uma música bem inspiradora... daquelas sensuais que fazem você sentir vontade de dançar como uma diva da música pop. Então completamente nua acenda apenas uma vela e comece a dançar sensualmente para seu amado iluminando partes do seu corpo. Acenda mais uma vela ganhando com isso um pouco mais de iluminação, o que revelará suavemente mais alguns contornos do seu corpo. Conforme vai dançando acenda uma a uma novas velas revelando cada vez mais a imagem completa de uma linda nudez sensual. Essa imagem que se revela aos poucos com a sinuosidade sexy da dança deixará seu amado louco de paixão.
Dica 5 – Hot Candle
Compre em lojas de sex shop uma vela que é a sensação do momento: suas gotas ao pingarem na pele além de não queimarem, transformam-se em óleo aromático e comestível para massagem sensual. Deixe essa vela próxima à cama, camuflada em meio às velas decorativas. Quando quiser criar um clima de tortura erótica, algeme o seu amado, pegue a vela comestível e comece a passá-la próximo ao corpo dele... não saber onde cairá a primeira gota deixará seu homem em pânico o que cria uma deliciosa sensação de tensão erótica. Assuma uma postura sedutoramente firme de dominadora e comece a passar a vela em volta do pênis dele... quando ele estiver implorando misericórdia e desejando nunca ter esquecido seu aniversário ou ter errado no presente que deu a você, então pingue gotas por todo o pênis. Assim que ele respirar aliviado ao perceber que seu amigo fiel não foi incinerado mostre a ele as vantagens de ter uma vela que facilita a massagem íntima e que ainda pode ser lambida....
Que essas dicas acendam, iluminem e aqueçam ainda mais a paixão e que façam parte dos mais inesquecíveis momentos de celebrações do amor e união.
terça-feira, 7 de julho de 2009
sexta-feira, 3 de julho de 2009
Sonhos Matrimoniais
“Ani Le Dodi Ve Dodi Li” - “Eu pertenço ao meu amado e meu amado me pertence”.

Alianças Celtas com laços de amor.




-O sonho de qualquer noiva!!!!!
segunda-feira, 15 de junho de 2009
Dia dos Namorados.

Naquela nuvem, naquela,
mando-te meu pensamento:
que Deus se ocupe do vento.
Os sonhos foram sonhados, e o padecimento aceito.
E onde estás, Amor-Perfeito?
Imensos jardins da insônia,
de um olhar de despedida
deram flor por toda a vida.
Ai de mim que sobrevivo
sem o coração no peito.
E onde estás, Amor-Perfeito?
Longe, longe,
atrás do oceano que nos meus se alteia
entre pálpebras de areia...
Longe, longe... Deus te guarde
sobre o seu lado direito,
como eu te guardava do outro,
noite e dia, Amor-Perfeito.
Cecília Meireles.
-Ah Amor, uma diversidade de termos oferece em conjunto à suposta unidade de significado, ocorrem não só nos idiomas modernos, mas também no grego e no latim. O grego possui outras palavras para amor, cada qual denotando um sentido específico. No latim encontramos amor, dilectio, charitas, bem como Eros, quando se refere ao amor personificado numa deidade.
terça-feira, 9 de junho de 2009
Lost Girls

Alan Moore é conhecido pelo seu formalismo e exploração do quadrinho como forma de expressão. Em Lost Girls, Alan Moore continua a explorar a mídia, dessa vez determinado a tornar a pornografia como uma forma digna de arte. Não como algo erótico, mas sim realmente pornográfico, no sentido literal. Tratando a pornografia como arte, o autor consegue criar um embate ideológico entre sexo e guerra, e também questiona a ficção enquanto campo de possibilidades e liberdade de expressão.
Lost Girls, publicado aqui no Brasil pela editora Devir em três álbuns de luxo, apresenta a história de Dorothy, Wendy e Alice, três mulheres formadas que, quando jovens, protagonizaram respectivamente O Mágico de Oz, Peter Pan e As Aventuras de Alice no País das Maravilhas. Essas três personagens se encontram em um hotel austríaco às vésperas da Primeira Guerra Mundial e passam a trocar confidências sobre suas adolescências, reinterpretando as consagradas histórias infantis como metáforas para o despertar sexual das garotas.
As personagens engajam-se em sexo desenfreado e sem conseqüências, em todas as configurações possíveis entre homens e mulheres, e resvala pela polêmica, mostrando bestialismo, pedofilia e incesto, seja nas lembranças das personagens, seja no próprio hotel onde estão hospedadas. O isolamento e a ignorância consciente da ebulição bélica na Europa geram paralelos com obras literárias como Os Contos da Cantuária, de Geoffrey Chaucer, O Decamerão, de Giovanni Boccaccio e Fim dos Mundos, de Neil Gaiman, nos quais um grupo de pessoas reunem-se em um lugar isolado e engajam-se em uma contação de histórias diversas, alheios aos acontecimentos externos da sociedade a que pertencem. Além dessas referências literárias, há explícitas citações à pintores e escritores vitorianos, como Egon Schiele, Oscar Wilde e uma bem humorada e inesperada citação à J.K. Rowlings e sua criação máxima, Harry Potter.
Os traços e cores dos desenhos de Melinda Gebbie, quando não emulam grandes pintores, evocam as pinturas naïf em sua puerilidade e simplicidade, combinando muito bem com o caráter lúdico dos contos de fada, que são meticulosamente desconstruídos e reinterpretados por Moore.
Em sua verve formalista, temos Moore explorando a mídia sempre de maneira criativa, seja um capítulo todo mostrado pela perspectiva do espelho de Alice, seja no jogo de sombras no qual um casal recatado revela nas sombras projetadas na parede o desejo sexual existente dentro de cada um deles.

Ele também encerra cada livro da coleção com alusões mais diretas aos acontecimentos que levaram ao início da Primeira Guerra, e estabelece uma estrutura aos capítulos que levam o leitor a extenuação, através do exagero da pornografia e da irritante ignorância das personagens à guerra.
Após a leitura do primeiro e segundo livro de Lost Girls, o leitor é levado ao seu limite nos termos de pornografia, e no ápice do sexo controverso, no início do terceiro livro, Alan Moore envolve incesto, pedofilia e então lança a questão central e que estava sendo debatida nas entrelinhas: quais são os limites da ficção e da arte? Qual a diferença entre gratuidade e o choque consciente? Há limites para a imaginação do artista, e qual é a tênue linha entre homenagem e plágio?
Alan Moore arrebata as emoções do leitor, usando a pornografia não apenas para fazer arte, mas também para fazer seu questionamento último da arte e deixa clara sua posição: na ficção, tudo pode, e encerra sua obra com a exposição da oposição entre sexo e guerra.
Após uma maratona sexual, a guerra toma lugar na obra e, em meio ao campo de batalha, há um pênis decepado e um soldado estripado, com o corte assemelhando-se a uma vagina. O embate entre as pulsões de vida e morte que Moore expõe fica claro. A exaltação do sexo e das forças criativas celebram a vida, e a destruição e a ignorância puras vêm com a guerra. Escolhendo lados desse embate, Moore iguala a pornografia à todas as outras pulsões criativas.

Lost Girls não é simplesmente uma obra em quadrinhos pornográfica, é um manifesto da ideologia de Alan Moore que guia o leitor por caminhos pouco usuais e lhe dá um tratamento de choque a fim de expor suas idéias, questionar o leitor e enriquecê-lo com referências e bons debates de novas idéias. Após a leitura dessa obra, só se pode afirmar que Alan Moore atingiu seu propósito inicial, e foi além.
"Melinda Gebbie, a esposa de Moore, que conheceu o inglês ao longo do trabalho de Lost Girls, um projeto iniciado em 1989, e acerta em um tema que de longe chama a atenção, o sexo. O conceito de personagens de várias histórias co-existindo num mesmo universo também já foi explorado por Alan Moore em A Liga Extraordinária."
Roger Mestriner é graduando em Imagem e Som pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar).















