terça-feira, 24 de novembro de 2009



coração em punhos
meu corpo lamenta a vida
quis ser humana e só consegui ser mulher
quis ser divina e me tornei mãe
quis ser criança e me vi idosa
entrei para a eternidade não queria ser mortal



Memórias - Pitty.


Eu fui matando os meus heróis aos poucos,
como se já não tivesse nenhuma lição pra aprender

Eu sou uma contradição
E foge da minha mão fazer com que tudo o que eu digo
Faça algum sentido
Eu quis me perder por aí
Fingindo muito bem que eu nunca precisei de um lugar só meu

Memórias
Não são só memórias
São fantasmas que me sopram aos ouvidos
Coisas que eu...

Eu dou sempre o melhor de mim
E sei que só assim
É que talvez se mova alguma coisa ao meu redor
Eu vou despedaçar você
Todas as vezes que eu lembrar por onde você já andou sem mim

Memórias
Não são só memórias
São fantasmas que me sopram aos ouvidos
Coisas que eu...

Memórias
Não são só memórias
São fantasmas que me sopram aos ouvidos
Coisas que eu
Nem quero saber

Eu sou uma contradição
E foge da minha mão fazer com que tudo o que eu digo
Faça algum sentido
Eu quis me perder por aí
Fingindo muito bem que eu nunca precisei de um lugar só meu

Memórias
Não são só memórias
São fantasmas que me sopram aos ouvidos
Coisas que eu...

Memórias
Não são só memórias
São fantasmas que me sopram aos ouvidos
Coisas que eu
Nem quero saber
Nem quero saber

 *Minhas decepções através do coração...

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Mantra - Nando Reis

Composição: Nando Reis / Arnaldo Antunes


Quando não tiver mais nada
Nem chão, nem escada
Escudo ou espada
O seu coração
Acordará!...
Quando estiver com tudo
Lã, cetim, veludo
Espada e escudo
Sua consciência
Adormecerá!...
E acordará no mesmo lugar
Do ar até o arterial
No mesmo lar
No mesmo quintal
Da alma ao corpo material...
Hare Krishna Hare Krishna
Krishna Krishna
Hare Hare
Hare Rama
Hare Rama
Rama Rama
Hare Hare
Quando não se têm mais nada
Não se perde nada
Escudo ou espada
Pode ser o que se for
Livre do temor...
Hare Krishna Hare Krishna
Krishna Krishna
Hare Hare
Hare Rama
Hare Rama
Rama Rama
Hare Hare
Quando se acabou com tudo
Espada e escudo
Forma e conteúdo
Já então agora dá
Para dar amor...
Amor dará e receberá
Do ar, pulmão
Da lágrima, sal
Amor dará e receberá
Da luz, visão
Do tempo espiral...
Amor dará e receberá
Do braço, mão
Da boca, vogal
Amor dará e receberá
Da morte
O seu dia natal...
Aaadeeeus Dooooor...(4x)
Hare Krishna Hare Krishna
Krishna Krishna
Hare Hare
Hare Rama
Hare Rama
Rama Rama
Hare Hare (6x)

Maria, aquela que desata os nós.


Níver do Prof° Evandro.

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Retrospectiva emocional do final de semana.



Estou literalmente com o coração nas mãos, estou morrendo de medo do resultado de meus exames médicos.
No ano de 2004, tive um susto, a possibilidade de ter um CA.
Depois de passar quatro meses de menstruação constante (me sentindo um rio), achando que estava tendo uma hemorragia devido a um distúrbio hormonal, meu mundo cai. A possibilidade real de ter um CA e ter que fazer os exames para comprovar o fato me faz enlouquecer. Devendo realizar meus exames desde o dia 26 de novembro, confesso o medo do resultado me fez ficar apavorada me acovardei.

  *Farei os exames, mas só Deus sabe o que sofri me tratando da primeira vez, se desta vez se confirmar eu literalmente surto.






quinta-feira, 19 de novembro de 2009

-Sonhar mais um sonho impossível...


CODORNAS AO MOLHO DE PÉTALAS DE ROSAS

Receita de Como água para chocolate:

INGREDIENTES: 6 codornas, 12 rosas vermelhas, 12 castanhas portuguesas, 3 colheres de sopa de manteiga, 2 colheres de sopa de anis, 2 colheres de sopa de mel, 2 dentes de alho, 2 gotas de essência de rosas, 3 copos de água, sal e pimenta.
PREPARO: Limpe e tempere as codornas com sal e pimenta. Amarre as pernas e doure na manteiga. Em outra panela doure o alho com o restante da manteiga. Junte o purê de castanha (depois de cozida em água e sal), o mel, as pétalas (amassadas no pilão, junto com o anis), a água e o sal. Deixe cozinhando em fogo brando. Peneire esse molho e acrescente a essência de rosas e as codornas. Decore o prato com pétalas de rosas.

Receita do panela de afrodite
Para seis pessoas.
6 codornas
12 rosas, de preferência, vermelhas
12 castanhas portuguesas
3 colheres (sopa) de manteiga
2 colheres (sopa) de anis
2 colheres (sopa) de mel
2 dentes de alho bem picados
2 gotas de essência de rosas ou 3 colheres de água de rosas
3 copos de água
Sal e pimenta do reino moída na hora

Modo de preparar
Desprenda com cuidado as pétalas das rosas. Moa-as no pilão com o anis. Cozinhe as castanhas em água e sal e faça um purê.
Doure o alho em uma colher de manteiga e acrescente ao purê de castanhas, juntamente com o mel, as pétalas moídas e a água. Tempere com sal e pimenta.
Deixe em fogo baixo mexendo para homogeneizar o molho. Junte a essência de rosas e as codornas fritas na manteiga. Cozinhe por 10 minutos. Retire as codornas e mantenha-as em lugar aquecido. Passe o molho por uma peneira para servir e enfeite o prato com pétalas de rosa.
Receita da chef Renata Braune, do restaurante Le Chef, publicada na revista Gula.

Nós usamos o doce pronto e essência de rosas.

Meus Filmes chegaram: Lanternas vermelhas.




Quase quatro décadas antes de sua conturbada Revolução Cultural, que subverteria a estrutura política e a ideologia de toda uma nação, a China ainda preservava algumas tradições milenares. Uma delas dava total liberdade a qualquer homem abastado de possuir o número de esposas que ele bem desejasse. “Possuir” é o termo correto, já que as mulheres eram compradas de suas famílias por meio de dotes. A partir daí, a situação dessas mulheres seria a de propriedade do marido.

Na década de 20, às véspera de estourar uma duradoura guerra civil, o comunismo ainda não estava de todo infiltrado no país, sofrendo violentas ofensivas por parte dos nacionalistas de Chiang-Kai-Shek. É nesse fervescente período que se situa o enredo de Lanternas Vermelhas, terceiro longa do brilhante cineasta Zhang Yimou. O filme, no entanto, em vez de expor o alarido da população chinesa, prefere concentrar toda a sua tensão entre os muros da propriedade de um poderoso homem e a rivalidade de suas quatro esposas.

Gong Li interpreta Songlian, uma jovem universitária de 19 anos que acaba de perder o pai. Impelida pelas dificuldades financeiras da família a interromper seus estudos, Songlian aceita a proposta de casamento de um homem rico a quem jamais conhecera. Chegando no imenso e labiríntico conglomerado de casas do marido (a quem todos chamam de “mestre”), ela conhece suas três “irmãs”, Yuru, Zhuoyun e Meishan. Yuru é mãe do primogênito do mestre, mas hoje é ignorada devido a sua idade. A sorridente Zhuoyun, na faixa dos 40, lamenta-se por ter dado uma filha, e não um menino, a seu mestre, mas sonha em reverter a situação e ficar grávida enquanto ainda houver tempo. Por sua vez, a caprichosa Meishan, ex-cantora de ópera, é mãe de um garoto.

A tradição é assim: o mestre seleciona uma de suas esposas para passar a noite. A eleita recebe um tratamento especial, com direito a massagem nos pés e a escolha do cardápio para as refeições do dia seguinte, e a fachada de sua casa é iluminada com enormes lanternas vermelhas. São raros instantes de prazer dos quais ela pode gozar antes de mais uma vez disputar a atenção do mestre com as “irmãs”. A chegada de Songlian gera ciúmes e descontentamento (inclusive na criada Yan’er, que sempre ansiara por tomar seu lugar), uma vez que ela rapidamente passa a se tornar a favorita do mestre.

Dividido em quatro partes — as estações do ano —, Lanternas Vermelhas apresenta as quatro mulheres, de quatro gerações diferentes, não tanto como esposas, mas sim como concubinas, destinadas a servir o marido num ciclo perpétuo de obediência e humilhação. As estações talvez simbolizem cada uma das quatro personagens: a primeira esposa, fria e pouco solicitada, seria o inverno. A segunda esposa, no outono da vida, luta silenciosamente contra o perecimento de sua fertilidade. A terceira esposa, bela como a primavera, é um poço de exuberância e classe. Songlian, representando o verão, é quente, incipiente, fresca.

Os enquadramentos de Zhang Yimou, na maioria, são frios, distantes e simplistas. E por vezes, espetaculares. A fotografia de Fei Zhao desenha um impecável contraste entre o brilho rubro que emana da casa eleita pelo mestre para passar a noite e a escuridão em que as outras três concubinas fazem seus planos de sedução. Lanternas Vermelhas expõe os sentimentos de vingança, traição e descontentamento em que as mulheres eram diariamente submetidas, o que é percebido com clareza em determinadas cenas como a do corte de cabelo.

É notável a idéia do diretor em jamais mostrar o rosto do mestre ao longo do filme. Sempre o vemos de costas, ou de longe, ou por trás dos véus que circundam a cama de suas esposas, reforçando a idéia de que ele poderia ser qualquer um, qualquer pessoa daquela época. A ênfase está exatamente nas atrizes, apontando a condição feminina daquele país. As mulheres não tinham voz ativa em qualquer contexto, eram reduzidas unicamente a objetos sexuais, e poderiam sofrer graves conseqüências caso “saíssem da linha”. O fato de Songlian ter estudado em uma universidade, ainda que tivesse de abandonar os estudos após a morte do pai, faz um contraponto à situação que depois viria a se submeter. Ela poderia ter sido uma pioneira, uma vitoriosa numa sociedade controlada por homens, mas o destino não lhe fora muito benévolo. Lanternas Vermelhas, portanto, trata-se de uma denúncia não apenas ao horror da poligamia consentida, mas à luta pela sobrevivência das mulheres em meio ao machismo oriental.

Meus filmes chegaram: Como água para chocolate.



Mamá Elena, uma viúva, e suas três filhas, Rosaura, Gertrudis e Tita, vivem em sua fazenda no interior do México.  Para manter a tradição da família, Tita, a mais nova das irmãs, é obrigada a renunciar a qualquer proposta de casamento, a fim de cuidar da mãe na velhice.
Quando Pedro Muzquiz e Tita se apaixonam, o pai dele procura pessoalmente Mamá Elena para tentar fazer com que ela abra mão da tradição familiar em benefício da felicidade dos dois jovens.  Irredutível, ela oferece Rosaura, apenas dois anos mais velha que Tita, no lugar desta.  Pedro pede ao pai que aceite a proposta, pois vê nela sua única oportunidade de ficar próximo da mulher que tanto ama.
Mamá Elena põe Tita como responsável pela cozinha da casa.  No dia do casamento de Rosaura, toda a comida para a festa é, portanto, preparada por Tita.  Durante o banquete do casamento, uma sensação de melancolia e frustração toma conta de todos, seguida de uma sessão de vômito coletivo. Os recém-casados passam três meses sem se tocarem.
Um ano depois, Pedro oferece um buquê de rosas à Tita pela passagem do 1º aniversário dela como responsável pela cozinha.  Mamá Elena ordena que a filha o jogue fora, mas ela não a obedece e decide usar as pétalas das rosas em uma nova receita.  Quando a refeição é servida, um estranho fenômeno ocorre:  é como se o sangue de Tita tivesse sido dissolvido no molho de rosas e estivesse presente em cada aroma daquela refeição.  Assim, ela consegue invadir o corpo de Pedro de forma voluptuosa e sensual, descobrindo uma nova forma de se comunicar com ele.  Através dessa refeição, Gertrudis desperta para a sexualidade.  Ela corre nua pelo campo, emitindo o aroma de rosas.  Ao seu encontro, vem um revolucionário e os dois seguem juntos a cavalo.
Num dia em que a mãe e Pedro encontram-se fora, Tita vê-se obrigada a fazer o parto de sua irmã Rosaura.  À noite, ela e Pedro se encontram fora de casa e se beijam.
Face à revolução mexicana, Mamá Elena pede para que Pedro, Rosaura e o filho vão morar em San Antonio, Texas, na casa de um primo.  A criança morre.
A notícia da morte do sobrinho deixa Tita emocionalmente perturbada, o que faz com que ela seja enviada para uma Clínica em Eagle Pass.  Sob os cuidados do jovem Dr. John Brown, este logo se apaixona por ela.  Recuperada, ela não pretende mais pôr os pés na fazenda.
É quando toma conhecimento que um grupo de homens armados esteve lá, assassinou sua mãe e estuprou Chencha, uma das criadas da fazenda.  Durante o enterro de Mamá Elena, Pedro e Tita voltam a se encontrar.  Na oportunidade, Rosaura passa mal, sendo submetida à uma cesariana pelo Dr. Brown, quando nasce uma menina que vem a se chamar Esperanza.  O médico pede a mão de Tita em casamento, mas essa insiste em que ama outro homem.  À noite, Pedro a procura em seu quarto.
Gertrudis, agora uma revolucionária, visita a família em companhia do marido, Juan Alejándrez.  Tita diz à irmã que se acha grávida de Pedro.  Esta lhe dá forças para que assuma seu amor por ele, mas a jovem vive atormentada pelas freqüentes visões que tem da mãe, sempre a amaldiçoá-la.
Ao descobrir que a mãe tivera uma filha ilegítima, Gertrudis, Tita aproveita esse fato para despejar todo seu ódio contra ela, quando de uma de suas visões.  Com essa atitude, consegue espantar seu fantasma para sempre e ficar livre de sua gravidez psicológica.
Vinte e dois anos depois, quando do casamento de Esperanza com o filho do Dr. Brown, o agora viúvo Pedro pede para que Tita se case finalmente com ele.  Depois que os noivos partem em lua-de-mel e os convidados deixam a fazenda, Pedro e Tita iniciam uma linda noite de amor.  Durante o ato sexual, entretanto, não suportando tanta emoção, Pedro morre em seus braços.  Inconformada, Tita provoca sua própria morte, através de uma autocombustão que se alastra por toda a casa.
Ao retornar de sua lua-de-mel, tudo o que Esperanza encontra sob os escombros do casarão da fazenda é o livro de receitas que Tita deixara para ela.
...
Críticas
"Como Água Para Chocolate" é um excelente filme mexicano.  Produzido e dirigido pelo cineasta Alfonso Arau, a trama fala de um amor incompreendido, onde os protagonistas não têm outra forma de comunicação que não seja através da comida por ela preparada.
Laura Esquivel, uma das mais populares escritoras mexicanas e esposa de Arau, é a responsável pela adaptação de seu próprio romance para as telas do cinema.
"Como Água Para Chocolate" é um filme sobre o amor, a tradição, a paixão, a magia e o misticismo.  A cozinha transforma-se num espaço de criação e liberdade, onde Tita transmite todo seu amor e seus desejos através de suas receitas e seus pratos.  O filme procura mostrar, ainda, a condição da mulher mexicana da época, bem como, acontecimentos políticos como a Revolução Mexicana.
Além dos magníficos trabalhos realizados por Arau e Esquivel, "Como Água Para Chocolate" nos brinda ainda com a magnífica fotografia de Emmanuel Lubezki e Steven Bernstein, bem como, com um elenco de primeira linha, onde se destacam as atuações de Regina Torné, Lumi Cavazos e Claudette Maillé.

MONTE SUA FONTE DE AGUA- PASSO A PASSO



De acordo com o estudo do Feng Shue, que é uma técnica milenar chinesa, que visa harmonizar e equilibrar os ambientes, a fonte é o simbolo universal da prosperidade, fartura, saúde e vida, pois ao usarmos os elementos da natureza dentro de nosso ambiente estaremos ativando esta boa energia ao local!
Então vou mostrar aqui como é muito fácil montar a sua fonte e economizar, pois normalmente são vendidas por um preço um pouco salgado,ok!
MATERIAL:









1 Bombinha de áquario e uma mangueirinha
2 Uma peça de ceramica esmaltada com + ou - 25cm de diametro e uns 10 cm de profundidade ou fruteira de vidro funda
3 Para fazer a bica, usar bambus pequenos já amarrados
4 Pedras brasileiras
5 Plantas e flores naturais ou plásticas
Todo este material vc encontra em ljs de artesanato.
MONTAGEM:
Coloque no fundo da peça escolhida a bombinha já conectada à mangueirinha e encaixe no bambú, vá colocando as pedras maiores no fundo ( tente esconder a bombinha ) e depois vá encaixando as flores e plantas pra ficarem bem presas, depois coloque as pedras menores e por fim a água. Não deixe faltar água na fonte pois vc estragará o bom funcionamento da sua bombinha e procure renovar a água quando já estiver com poeira,ok! Ah...tbm no feng Shue dizem que não é bom manter uma fonte desligada!







Pronto, agora é só usar a criatividade e embelezar e harmonizar sua casa!

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

- MEU DESABAFO!!!




O Padre Hidalberto Henrique Guimarães foi encontrado morto na noite de ontem por amigos da vítima em sua casa, localizada na Rua Jurema, no bairro de Santa Lúcia.
Por não conseguir contato com o padre durante todo o dia, amigos resolveram ir até o local e, então, encontraram a residência revirada o sacerdote morto na cozinha com vários golpes de arma branca.
Os primeiros levantamentos apontam que houve luta corporal. No local do crime, a perícia encontrou produtos alimentícios ainda embalados. Uma nota fiscal aponta que o padre tinha feito compras em um grande supermercado da capital no dia 6, sexta-feira. As compras ainda estavam embaladas, o que leva a polícia à hipótese de que o padre foi morto após chegar em casa.
Outro fato que chama a atenção é que não havia sinais de arrombamento no local, o que pode indicar que o padre conhecia o assassino – ou assassinos.
O crime chocou a comunidade do bairro e levou ao toda a cúpula de segurança pública, além do governador Teotônio Vilela Filho e outros políticos, para o local do crime.
Hidalberto Henrique Guimarães havia sido ordenado padre em 1992. Atualmente era responsável pela paróquia da cidade de Murici. Além de ser professor do curso de Teologia e formado em jornalismo.
Fonte: alagoas24hs dia 11/10/2009. 

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“É muito triste que nos dias de hoje a Igreja cale-se diante de brutal agressão. O que me parece é que o clero tem medo do que as pessoas falam, mas é muito pior calar, esta atitude dá a certeza aos que comentam."

Conheci o Pr. Guimarães, ele celebrou minha primeira comunhão, o que posso alegar de sua pessoa é que sua vida pastoral sempre foi muito polêmica, assumiu a comunidade de São José no Trapiche, de onde saiu por insatisfação por seus atos clérigos, alegaram que ele era alcoólatra mas discordo como ser humano ele bebia mas nunca o vi bêbado e participava das atividades da igreja nesta época.
Foi trabalhar em Colônia Leopoldina, saiu de lá ao tentar ajudar uma comunidade pobre, seu projeto de uma horta comunitária em um terreno da prefeitura que antes era usado para o plantio de cana-de-açúcar fez com que sua vida fosse posta em risco.
Recentemente recordo de ter encontrado com o sacerdote de quem tanto tenho orgulho em ter conhecido, ele falou-me de sua satisfação em trabalhar com jovens de rua e ex-víciados.
O que me deixa triste é que a Igreja tem seus sacerdotes trabalhando em situações precárias, não os instruem em separar seus trabalhos de sua vida particular, permite que suas vidas sejam postas em risco e quando ocorrem casos como este onde seus Mártires, homens de fé e que lutam pelo bem humano, homens que se expõem e morrem por uma causa são humilhados têem sua imagem destruída após sua morte e ninguém os defende.


"-É triste saber que é melhor cruzar os braços diante dos males do mundo, que lutar por uma causa, afinal se algo te acontecer falarão o pior de ti e não terás ninguém que te defenda!"

“Padre Guimarães, você estará sempre em meu coração como aquilo que tu eras, um servo fiel a Deus”.

Minha Vida.


  Mãe me esperando, esta é a foto de minha mãe que creio ser a mais parecida comigo.


 

Eu sou esta bonequinha com carinha de oriental.

  

Seis anos no apartamento da Tia Alba Lúcia  uma pessoa muito amada e querida.





 Diversão infantil meu melhor amigo Bruno, Maria e eu.



Época do Vocacionado com minha sobrinha recém nascida Milena.